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2017 – O Ano das Emoções

No segundo episódio do podcast da Rookie, Lorde proferiu: “2016 foi o ano de perceber coisas – como captado por Kylie Jenner –; 2017 é o ano das emoções”.

Apesar do ar de bruxaria, a fala de Lorde não foi de fato uma previsão do futuro, mas pôs em palavras o que o universo já nos indicava desde o dia primeiro de janeiro: 2017 foi o ano das emoções. Seja em nossas vidas pessoais, seja no âmbito coletivo, vivemos uma nova ascensão dos sentimentos, uma volta do Romantismo do século XIX agora revisitado pelos netos do Modernismo. Lorde, Lady Gaga, Kesha, Harry Styles, SZA  os mais variados artistas embarcaram nessa espécie de movimento cultural que já vem acontecendo há algum tempo, mas em 2017 se tornou evidente.

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MÚSICA

Troféu Valkirias de Melhores do Ano: Música

A música é a companheira indispensável de muitas pessoas, presente nos momentos mais diversos. Durante o expediente do trabalho você pode colocar uma cantora pop nos fones de ouvido para te empolgar, escolher uma música épica para te incentivar durante o treino na academia ou simplesmente deixar tocar sua melodia favorita para fazer o astral do dia melhorar. Ao mesmo tempo, a música nos permite dar vasão aos nossos sentimentos, falar sobre aquilo que amamos ou que nos incomoda em nossa própria realidade a partir da vivência e da voz de outras pessoas. Ali, descobrimos como descrever sentimentos, dando voz a quem somos ou queremos ser. É uma identificação profunda e muito importante para todas nós. Aqui no Valkirias temos gostos musicais diversos e isso se refletirá na escolha de nossos melhores do ano na música. Selecionamos álbuns introspectivos, álbuns com mensagens políticas fortes, álbuns doces, álbuns para bater cabelo na balada – por aqui sentimentos são os únicos fatos, então vem dançar junto com a gente.

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MÚSICA

Carly Rae Jepsen: Quando os sentimentos são os únicos fatos

Meu primeiro contato com a Carly Rae Jepsen aconteceu em 2012: eu tinha 19 anos, “Call Me Maybe” estava no auge e, assim como quase todo mundo na época, me perguntava quem era aquela garota que conseguia transformar uma música aparentemente tão simples, em algo tão viciante e digno de nota, que fazia até os mais céticos em relação à música pop deixarem suas convicções de lado e encararem uma pista de dança.

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