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Jessica

CINEMA LITERATURA

Jane Fonda e o ativismo: um lado pouco conhecido

Jane Fonda, a mulher que conseguiu parar o tempo no rosto e no corpo. Uma rápida pesquisa pelo YouTube com as palavras Jane Fonda e L’oreal nos mostra algumas peças publicitárias com a atriz, nas quais ela declara que no momento em que coloca o produto no rosto, a idade simplesmente desaparece. Outra pesquisa rápida na mesma ferramenta mostra seus famosos vídeos de ginástica em que ela ensina a ter um corpo perfeito e saudável em casa.

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TV

Por que assistir Feud?

Rivalidades nunca se tratam sobre ódio. Elas se tratam sobre dor.

Em um reino distante chamado Hollywood, o conto sobre a rivalidade de uma vida entre as atrizes Bette Davis e Joan Crawford é célebre. Como toda história do gênero, ninguém sabe ao certo como começou. Teria sido por um homem? Ou simplesmente por papéis? É um mistério. O que se sabe é que, independentemente dos motivos, a rivalidade entre elas foi alimentada como um monstro insaciável. “Ela dormiu com todos os atores com quem trabalhou na MGM, exceto com a Lassie. Eu acho que a senhorita Davis nunca teve um dia – ou uma noite – feliz na vida”. Declarações como essas incendiavam a imprensa e os fãs. Até hoje, há quem defenda sua preferida com unhas e dentes, gerando uma das maiores e mais acaloradas discussões entre fãs de cinema clássico: quem era melhor? Bette ou Joan?

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CINEMA

Atrizes estrangeiras e o raio americanizador

Até agora, semanas após a indicação de Isabelle Huppert ao Oscar de Melhor Atriz, não encontrei palavras para descrever o sentimento de ver o nome dela junto ao de atrizes tão talentosas. Foi uma notícia que deixou meu coração de fã muito aquecido, confesso. No entanto, eu sabia que minha felicidade ultrapassava o fato de admirá-la e acompanhar sua carreira desde a adolescência. A comemoração significava que era possível uma atriz que nunca fez carreira em Hollywood ser indicada ao Oscar por um filme rodado na própria língua, francês. Uau!

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MÚSICA

Dolly Parton: um símbolo de resistência no mundo da country music

Don’t think I’m dumb
‘Cause this dumb blond ain’t nobody’s fool

Não pense que sou burra
Porque essa loira burra não é brinquedo de ninguém

Toda vez que penso no refrão de Dumb Blond, primeiro hit de Dolly Parton e que abre este texto, um sorriso irônico escapa de meus lábios. Se você analisar a letra dessa música, concordará que existe uma ironia entre a letra e quem a canta. Porque de “dumb” Dolly Parton nunca teve nada. Outro trecho da mesma música rapidamente vem à mente: and you know if there’s one thing this blond has learned/blonds have more fun [e, você sabe, se tem uma coisa que essa loira aprendeu, é que as loiras se divertem mais]. De fato, ninguém se divertiu mais do que Dolly Parton. Do disco ao country, a cantora já passeou por todos os gêneros musicais. Ela já fez cinema. Ela tem o próprio parque de diversões, a Dollyland, uma espécie de culto a si mesma. Estamos sempre conhecendo uma nova faceta de Dolly.

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CINEMA

Debbie Reynolds e Carrie Fisher: o elogio ao imperfeito

Na semana em que perdemos Carrie Fisher e Debbie Reynolds quase ao mesmo tempo, eu chorei como há muito não fazia, desde que perdi um dos meus ídolos, Larry Hagman, no meio da série que ele estrelava, Dallas. Para mim, o que Carrie e Debbie tinham de melhor vai além do talento inegável para as artes. A relação entre elas era/é um dos motivos pelos quais eu as amava/amo tanto.

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