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Jessica

MÚSICA

De Born To Die a Lust For Life: A estética nostálgica de Lana del Rey

Desde que surgiu oficialmente no cenário musical, Lana del Rey tornou-se motivo de fascínio e admiração para mim. Primeiramente, fui captada pela maneira fantástica como sua música nos faz “viajar na maionese”, ou melhor, viajar para outra dimensão. Contudo, não é apenas a melodia de suas músicas ou as letras que nos transportam para outra época. Isso não seria nada sem a persona da cantora e seus videoclipes com filtro Early Bird do Instagram. Sem esses elementos, a música de Lana seria vazia.

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TV

A romantização do relacionamento abusivo em Dallas

Durante aproximadamente 20 anos, de 1978 a 1991, eles foram um dos casais mais shippáveis da televisão. A química entre eles era inegável, e os espectadores torciam por um final feliz. Inicialmente esse não era o plano, mas a verdade é que eles, os antagonistas, eram mais adorados do que os mocinhos. Ela era alcoólatra; ele um empresário inescrupuloso. Isso não nos impediu de desejar a felicidade deles.

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MÚSICA

O que Vanusa pode nos ensinar sobre o culto ao fracasso das mulheres

“Fui eu quem se fechou no muro
E se guardou lá fora
Fui quem em um esforço se guardou na indiferença

Vanusa, Manhãs de Setembro”

Não é surpresa para ninguém o quanto a mídia em geral gosta de tripudiar em cima dos erros cometidos por mulheres. Qualquer passo em falso dado por uma mulher é um prato cheio para reportagens desrespeitosas, e agora com a internet, passamos por uma glorificação do fracasso feminino. O que isso quer dizer?

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TV

Do limão à limonada: Teresa e Estela em Babilônia

Nunca vou esquecer daquela noite: minha mãe, eu e minha avó sentadas em frente à televisão, assistindo à estreia de Babilônia. Era um dia como outro qualquer, em que nós três, de gerações tão diferentes, nos reunimos para ver  novela, um hábito que carrego desde a época que me entendo por gente.

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CINEMA LITERATURA

O dito e o não dito: a homossexualidade em The Children’s Hour

O teatro norte-americano do século XX sempre foi minha paixão. Foi através de filmes antigos que tomei conhecimento de nomes como Tennessee Williams e Eugene O’Neill, pois as peças de teatro deles foram largamente adaptadas para o cinema. Williams carrega no currículo oito peças de teatro (!!!) adaptadas para as telas hollywoodianas, sendo Uma Rua Chamada Pecado a mais famosa delas. Comecei a perceber que todos os nomes relevantes para o teatro dessa época eram homens. Cadê as mulheres? Foi aí que, felizmente, descobri Lillian Hellman.

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TV

Queerbaiting ou não: o caso Grace and Frankie

Desde que estreou, Grace and Frankie entrou para o rol das minhas séries favoritas. Afinal, não é sempre que temos Jane Fonda e Lily Tomlin trabalhando juntas novamente. A última vez aconteceu nos anos 80, com o filme Como Eliminar Seu Chefe. A trama da série, que inicialmente conta a história de duas esposas deixadas pelos maridos que saem do armário, aqueceu meu coração de uma forma que eu nem esperava, tratando sobre temas muito pertinentes sobre envelhecimento – principalmente como ele afeta as mulheres.

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