Passaram-se três anos desde que começamos a acompanhar as aventuras solitárias de Jessica Jones (Kristen Ritter), super-heroína que, mais tarde, viria a integrar a equipe de Os Defensores ao lado de Demolidor, Punho de Ferro e Luke Cage. Lançada em 2015, a primeira temporada de Jessica Jones, a série, foi recebida com altas expectativas: uma produção […]
Mês: abril 2018
Dia Nacional do Índio e a presença das mulheres indígenas nos espaços culturais
No dia 19 de abril é comemorado o Dia Nacional do Índio, data proposta em 1940 no primeiro Congresso Indigenista Interamericano, realizado no México. O evento contou com a participação de diversas autoridades governamentais dos países da América e de vários líderes indígenas deste continente. Contudo, os indígenas não comparecerem aos primeiros dias do evento, temendo que […]
Projeto Flórida: a vida é melhor que um cruzeiro
Ao falar sobre a maneira como escreve, Tchékhov afirmou: “Contra todas as chamadas regras da arte, gosto de começar forte e terminar em pianíssimo”. Famoso por seus contos e peças de teatro, Tchékhov é considerado um grande mestre da escrita. Suas histórias são conhecidas por não terem nem começo nem fim — elas são como […]
Millie Bobby Brown e a problemática da adultização de meninas
Se você está lendo esse texto, não vive embaixo de uma pedra e tem acesso à internet, acredito que já tenha tido algum contato com Stranger Things, uma das mais bem-sucedidas produções da Netflix. Com uma nova temporada, no entanto, algumas questões chamaram a atenção do público e da mídia especializada: o modo como a […]
Baseado em Fatos Reais: a dança macabra entre o real e o irreal
Escrever é como uma dança. O autor é o cavalheiro sedutor que tira a dama para dançar conforme sua música. Escrever é um pacto firmado entre público e obra, assim como o cinema. O que aconteceria se uma das partes quebrasse o pacto? É o que a autora francesa Delphine de Vigan se propôs a […]
Valencia Perez: a complexidade possível de uma coadjuvante
Falar sobre as metamorfoses de uma mulher como Valencia (Gabrielle Ruiz) e não cair no clichê da loira turbinada que encontra um livro na rua e se torna uma morena de óculos é um desafio. Não porque ela tenha encontrado a intelectualidade formal no meio do caminho e então tenha se tornado um ser humano […]






