Categorias: CINEMA

A trajetória e o legado de Rey Skywalker

Quando Rey (Daisy Ridley) aparece pela primeira vez em O Despertar da Força, ela está usando uma máscara e catando lixo para vender nos desertos de Jakku. Mesmo assim, sua introdução na saga, que é simples e concisa, é uma das mais emocionantes apresentações que já tive o prazer de ver no cinema. Seja pela música, que mostra sua canção tema (composta por John Williams), ou apenas por sua rotina naquele planeta miserável, aqueles minutos captam a essência da protagonista como nenhuma outra: uma mulher solitária e isolada, que passa seus dias esperando por um futuro melhor e por sua família que a abandonou mas que, mesmo assim, nunca deixa de fazer a coisa certa. Sua música carrega um tom doce e otimista, muito como sua personalidade, e o longa deixa claro: Rey é uma sobrevivente. No momento em que vi a cena no cinema, eu sabia que ia amá-la com todas as minhas forças porque, apesar do que dizem alguns “fãs” da franquia, seu apelo é tão grande quanto o de Luke (Mark Hamill) ou da Leia (Carrie Fisher). Mas, conhecendo o histórico de Hollywood com suas protagonistas femininas, também fiquei receosa e com medo do seu desfecho.

Atenção: este texto contém spoilers!

A Rey de O Despertar da Força é diferente da Rey em Os Últimos Jedi e diferente da Rey de A Ascensão Skywalker, que encerrou recentemente sua trajetória na franquia — pelo menos por enquanto. No Episódio VII, a Força, a Resistência e até mesmo certos elementos da Primeira Ordem eram completamente desconhecidos pela protagonista, apesar de que parte dos seus infortúnios no planeta em que vivia eram por causa dos soldados do governo fascista. Foi apenas por ordem no destino (ou da Força?) que ela encontrou o droide BB-8, que precisava ser resgatado e levado até a base da rebelião com o mapa que apontava até Luke Skywalker — que, a essa altura, vivia isolado e ninguém sabia sua localização. É em meio a essa bagunça que ela também conhece Finn (John Boyega) e Kylo Ren/Ben Solo (Adam Driver), duas figuras essenciais em sua história.

Rey

Quanto mais Rey adentrava na aventura de levar BB-8 até um lugar seguro, mais ela descobria aspectos novos de uma galáxia inexplorada pela mesma. “Eu não sabia que existia tanto verde na galáxia”, ela diz quando está na Millenium Falcon com Han Solo (Harrison Ford), sobrevoando outro planeta. Esse momento revela tanto uma ingenuidade como também uma vontade de conhecer e explorar. Mesmo assim, seu senso de lealdade e a necessidade de ter respostas sobre o destino de sua família a puxavam de volta para Jakku, lugar onde ela perdeu grande parte da sua vida e sofreu as piores desilusões. Apenas com uma frase e pouco contato até então, é engraçado perceber como Rey era, acima de tudo, uma protagonista otimista, com alguns momentos de puro entusiasmo que mostravam que ela tinha um coração que apontava para a aventura, ainda que entrasse em conflito com sua necessidade de esperar por alguém que viria buscá-la.

Na trajetória de O Despertar da Força ela descobre um pouco sobre a força e sua inevitável atração pela mesma, mas é apenas quando ela é sequestrada por Ren e Finn (que até então estava desesperado para fugir da sombra da Primeira Ordem) vai atrás dela para resgatá-la, é que ela começa a entender que seu lugar talvez não seja mais em Jakku, esperando por algo que não vai acontecer. Veja bem, Rey não precisa de salvação. Antes mesmo de ela descobrir que Finn foi até lá, ela já tinha conseguido se soltar e escaparia de qualquer forma. Mesmo assim, o fato de que, pela primeira vez em muitos anos, alguém tinha sua retaguarda foi uma espécie de alívio para ela, como uma fagulha de esperança — um tema bem frequente na saga, que se manifesta de várias formas.

Mesmo assim, ainda existia o fato de que ela precisava realmente entrar em contato com essa sua atração pela Força. É aí que o roteiro decide matar dois problemas de uma vez: não só ela vai atrás de Luke para ele se tornar seu mestre, como também aprender um pouco sobre a mitologia dos Jedi em si — e talvez onde ela se encaixa em tudo aquilo. O que ela encontra, no entanto, é um Luke Skywalker vivendo apenas de lembranças ruins do passado, com medo de seguir em frente ou sequer ter qualquer ligação com toda a sua história como Jedi. Ele é um homem amargo e pessimista, que vive isolado em uma ilha cheia de criaturas esquisitas e bebendo um líquido verde de bichos gigantes. O Luke que encarou os sóis em Tatooine em A Nova Esperança não existia mais — ainda bem.

Rey

A dinâmica entre Luke e Rey em Os Últimos Jedi é incrível justamente porque representa dois pontos tão importantes na vida de cada um: ela, uma padawan que anseia por entender esse universo que ainda parece tão místico e distante, enquanto ele procura desesperadamente consertar, de alguma forma, sua trajetória com Ben e os eventos que o levaram a se transformar em Kylo Ren. Ao mesmo tempo em que ela parece deslumbrada com a arte de “levantar pedras” (como ela descreve a Força), ele coloca seus pés no chão, alertando-a sobre seu poder e a necessidade de entrar em contato com seus sentimentos, ter controle sobre eles e entendê-los em primeiro lugar.

O filme encerra a jornada de Luke, que começou em 1977, de forma comovente e coloca Rey em um caminho de liderança e força, e apesar das frequentes críticas ao modo como Rian Johnson, roteirista e diretor da obra, conduziu a história, Star Wars fez o que deveria e colocou Rey, sua protagonista, como a esperança dos Jedi, a pessoa que não necessariamente precisava salvar a galáxia, mas com certeza tinha um papel importante na revolução. Mais do que isso, o longa contou que os pais de Rey, uma questão levantada pelos fãs desde o começo, eram apenas dois catadores de lixo que a trocaram por dinheiro para comprar bebida. Seu poder não era algo herdado por uma linhagem poderosa de sangue, como foi sugerido com Luke mais de uma vez, mas sim porque a Força nasceu com ela. Ao mesmo tempo que a narrativa costurou o destino de dois personagens para avançar a história, também deu para sua protagonista nuances diferentes e refrescantes, e dali a trama poderia ter ido para literalmente qualquer lugar — as possibilidades eram infinitas.

Ao contrário de Luke, que precisou lidar com o fato de que seu pai era Darth Vader e todas as implicações de tal linhagem, Rey poderia forjar o seu próprio destino, poderia escolher sua família, seu nome e quem ela gostaria de ser. Ela não é a sua família, e não é definida pelo o que eles foram. Ela é suficiente e poderosa, apenas porque é, e dar essa direção para sua história estabelece a principal diferença entre ela e Luke.

Não é atoa que a última cena de Os Últimos Jedi é um menino desconhecido na saga pegando uma vassoura com a Força, representando uma espécie de sabre. Não só esse momento representa que a fagulha da esperança (aquela que foi mencionada no filme milhares de vezes) fora reacendida, como também que a mitologia da Força não vivia apenas em uma família — os Skywalker — e que ela estava presente, como Luke havia adiantado, em vários momentos importantes, nos detalhes, em pessoas que a merecem. Uma mensagem valiosa para oferecer às milhares de crianças que acompanham a saga.

Embutida nesta narrativa entra outro ponto fundamental da trajetória de Rey: sua relação com Kylo Ren. Uma das coisas que Johnson mais explorou no seu longa-metragem foi justamente a conexão que existe entre os dois, usando a Força para fazer com eles pudessem interagir mesmo a uma distância considerável. No começo, Rey ainda está possessa pela morte de Han Solo, pela qual Kylo foi responsável, e reluta a finalmente ceder ao que ele tem a dizer, mas quando ela finalmente o faz, entende o lado de Ben na trajetória que o levou a se tornar Kylo Ren, e tentar seguir o caminho de Vader. A química entre os dois atores é notável, o que obviamente aumentou o potencial da história, e o fato de que Rey passou a tentar ter compaixão pelo antagonista claramente dizia muito sobre a sua personalidade em si.

Enquanto Kylo achava que ia conseguir levar Rey para o lado sombrio da Força, ela tinha em mente justamente o contrário, acreditando que eventualmente Ben estava em algum lugar esperando para voltar a tona. Os dois foram unidos pela Força não por causa de uma ligação sobrenatural, mas porque eles tinham pendências emocionais em comum. Ambos ansiavam por seu lugar no mundo, pertencer. Só que, enquanto Ben acabou indo para o lado da escuridão, após um momento de dúvida da parte de Luke, Rey optou por seguir um caminho diferente. Dessa forma, a trajetória deles também se complementam.

Com a jornada pré-estabelecida e o pontapé inicial para o fim dado por Rian Johnson, o que J.J. Abrams tinha que fazer era apenas encerrar o arco dos personagens de forma satisfatória. Uma tarefa mais difícil do que as pessoas dão crédito, A Ascensão Skywalker foi um divisor de água ainda maior na história de Rey. E não de um jeito bom.

O legado além do sangue 

Mesmo com o diálogo memorável de Kylo e Rey no Episódio VIII, onde ele atesta que os pais de Rey eram “ninguém”, A Ascensão Skywalker resolveu responder a questão da linhagem da protagonista, por causa do protesto de fanboys nervosos que assumem a Força como uma entidade que só liga para você por meio de nepotismo. Poucas ideias são mais desprezíveis do que ter a força da sua personagem feminina comprovada por uma linhagem de sangue, mas mesmo assim o diretor e roteirista J.J. Abrams decidiu que ela iria ser, na verdade, neta do Imperador Palpatine (Ian McDiarmid). Uma escolha preguiçosa, estúpida e decepcionante, que tentou não só reforçar sua ligação com a mitologia da saga, mas também a conexão com Kylo Ren. Ela, neta do Darth Sidious, ele, neto de Darth Vader. Destinos ao lado sombrio da Força, juntos são o equilíbrio. Apesar de fazer um pouco de sentido quando colocado de forma tão simples, esse reforço não precisava ter acontecido, justamente porque a relação entre eles já tinha sido estabelecida em Os Últimos Jedi e era baseada em sentimentos humanos: compaixão, solidão e a necessidade de pertencer.

Além disso, o roteiro de Abrams e Chris Terrio usou dessa trama para estabelecer que o legado vai além do sangue. Rey é uma Palpatine e a história dos seus ancestrais era repleta de questões morais e alinhadas diretamente com os Sith. Mesmo assim, seu coração era puro e sua vontade de aprender sobre os Jedi, genuína. Isso, somado a sua conexão com os Skywalker, Leia, Luke e principalmente Ben, fez com que ela não seguisse o caminho estabelecido pelo seu avô e que, no final do longa, ela assumisse o nome Skywalker.

A ideia principal era introduzir os Skywalker como algo que transcende a família. O nome agora não é apenas resumido a uma família, mas a causa de esperança, dos Jedi e da resistência. O legado em Star Wars finalmente vai além do sangue. Infelizmente, essa mensagem sai muito errada justamente porque ela poderia ter sido alcançada sem precisar colocar Rey como descendente direta de Palpatine e refutando tudo aquilo que Rian Johnson tinha criado anteriormente — e criado com êxito, é importante destacar.

Toda a sua trajetória com Ben em A Ascensão Skywalker, de certa forma, prova o ponto dos Skywalker além do sangue e da família. Desde a cena que eles travam um combate épico de sabre de luzes, que termina com Rey o salvando, e os eventos que levam até a “redenção” do mesmo, até mesmo a última cena que os dois compartilham juntos. Na ocasião, ele retribui o favor e quando Rey está morta, após enfrentar Palpatine, ele dá um jeito de passar sua força vital para ela. Como resultado, ele morre. Não só esse é um ato generoso para com uma pessoa que ele ama, como também representa o fim definitivo do legado do sangue, uma vez que ele é o último Skywalker “verdadeiro”. Agora, Rey segue carregando o nome da família, mas sem realmente ser uma descendente direta. Uma boa mensagem de que a esperança e força podem vir de lugares inusitados, ainda que eles tenham chegado no ponto de forma equivocada.

“Mil gerações vivem em você agora” 

Quando os letreiros do Episódio IX sobem, Rey é descrita como a esperança dos Jedi. Por isso, ela treina com Leia e tenta “merecer” o sabre de Luke e eventualmente se tornar uma verdadeira Jedi. Seu principal objetivo é ouvir a voz daqueles que foram peças fundamentais dentro da Força para que eventualmente eles possam guiá-la a se tornar a Jedi que ela precisa (e merece) ser. Isso, obviamente, não acontece até o finalzinho do filme, quando ela tem o confronto final com Palpatine e diz que se recusa a odiar até mesmo alguém como ele.

Quando Rey finalmente encontra as vozes, esse também é o detalhe mais lindo e importante do filme. Na cena, uma versão madura do seu tema está tocando no fundo e a atuação emocional de Daisy Ridley se torna fundamental. Ela encara o céu, e de repente vê apenas estrelas. A primeira voz que Rey escuta é a de Obi Wan Kenobi de Ewan McGregor, onde ele diz que sua jornada está quase completa e que ela precisa dar os passos finais. Depois, é a vez de Luke, Leia, Yoda (Frank Oz) e até mesmo é possível ouvir Ahsoka Tano (Ashley Eckstein) falando. Quando ela levanta, todos os Jedi vivem nela. Assim como todos os Sith vivem em Palpatine. Isso culmina em um momento que é satisfatório para sua jornada não porque ela entendeu os caminhos da Força definitivamente, mas porque encontrou uma forma de canalizar o poder de dentro para fora, usando a Força e figuras que eventualmente só queriam fazer o mesmo que ela: o bem.

Quem já viu a animação Rebels, que terminou recentemente na TV, descobriu um pouco mais sobre essas vozes no episódio “A World Between Worlds”, onde o protagonista Ezra tem que trilhar seu próprio caminho na Força, desbravando novos meios de fazer isso e caminhando por um “mundo” onde as vozes do lado sombrio são tão fortes quanto as do lado da luz. Ironicamente, a história de Ezra é bem parecida com a de Rey: ambos eram crianças solitárias e de certa forma abandonadas, esperando por uma aventura espetacular para salvá-los de uma vida no deserto (ele em Lothal, ela em Jakku). É incrível que J.J. Abrams tenha usado exatamente do mesmo recurso para finalizar os passos finais de Rey e para que ela se tornasse de fato de uma Jedi. Talvez, isso tenha sido tão emocionante para mim porque acompanhei a animação e fui capaz de resgatar esse pequeno momento. Mesmo assim, é algo que deve agradar todo mundo — e ao mesmo tempo que a protagonista tem seu ápice na saga, a Resistência vence mais uma vez.

Rey

Assim como as vozes de todos os Jedi, A Ascensão Skywalker apresenta outros e novos elementos da Força. Um deles é a capacidade de cura, que Rey usa em uma criatura da galáxia e no próprio Kylo Ren, como dito anteriormente. Essa nova “função” é muito bem-vinda em um filme que tem milhares de defeitos, e parte disso é porque essa parte funciona e completa tão bem a personalidade da protagonista — que é genuína, atenciosa e gentil.

Muitos argumentam que o final de Rey foi agridoce, porque ela acabou sozinha em Tatooine, um deserto como o de Jakku. Mas, primeiro, nada garante que ela realmente vá ficar por lá. Na minha opinião, Rey apenas passou por lá para enterrar os dois sabres (o de Luke e de Leia), sendo que seu caminho é em outro lugar, com a Resistência e ensinando os caminhos da Força. A música que toca nesse momento chama-se “A New Home”, mas ela não se refere a Rey em si, mas o estado de espírito em que ela se encontra. Ao contrário do começo de O Despertar da Força, agora não só ela tem Finn, Poe e pessoas que lutariam por ela, como também um propósito pelo qual lutar — e isso é algo que nem todas as pessoas têm o privilégio de encontrar.

A Ascensão Skywalker não é um filme desnecessário à franquia, como muitos se apressaram em classificar, tanto quanto a trajetória de Rey não é. Mesmo com defeitos e falhas, os três filmes são comoventes e pessoais, como a alma de Star Wars, ocasionalmente superando e subvertendo expectativas. Mais do que isso, acrescentaram vários personagens incríveis que tiveram jornadas épicas. Finn começou como apenas um stormtrooper desertor, Kylo virou Ben e se tornou um dos vilões com maior nuance em uma fantasia tão grandiosa em escopo como essa. E, claro, Rey. Uma protagonista empática, perfeita para os tempos modernos e que apesar de ser uma mulher poderosa e forte na Força, carrega dentro de si sentimentos que são humanos e altamente identificáveis. Essa noção de que a trilogia não deu certo porque “não foi planejada” é um pensamento equivocado, principalmente porque escrever e acompanhar personagens durante anos pode levá-los a um caminho inesperado, muito como aconteceu em Os Últimos Jedi.

O que realmente senti falta foi de uma Rey que conversasse e interagisse com outras mulheres. Em A Ascensão Skywalker é Leia quem assume seu treinamento como Jedi, mas por causa da morte de Carrie Fisher e a falta de recursos disponíveis para completar sua trajetória, todas as suas cenas acabam sendo superficiais e curtas. A única cena ao lado de Rose (Kelly Marie Tran), acabou cortada. Os Últimos Jedi passa no teste de Bechdel com louvor, mas por causa da sua trajetória, Rey acabou isolada com Luke. Abrams, que podia ter consertado a situação e criado uma amizade feminina e genuína para Rey, optou por não fazê-lo. E isso é imperdoável. Ainda assim, é tentativa e erro, e apesar do último capítulo ser uma jornada problemática, não me arrependo por um momento de ter conhecido Rey.

Não que a trama não seja importante em si — é lógico que é. Mas, em uma época onde toda produção e grande franquia de cinema parece esquecer que, antes de tudo, é necessário se importar com personagens e suas jornadas, uma personagem tão amável como Rey deve ser apreciada. É inaceitável dizer que a trilogia foi dispensável; os filmes não foram e Rey, com certeza, não foi. Sua influência já pode ser vista na quantidade de fãs que acompanharam sua jornada e a amaram tão profundamente, mas também será vista daqui vários anos, quando ela ainda será um símbolo dentro do universo Star Wars: como Leia, Padmé e até mesmo Rose em Os Últimos Jedi.

Rey, apenas Rey. Ela não precisa ser definida por seu avô, por sua relação com Luke, Leia ou Ben e seu poder definitivamente não vem da sua linhagem. Levitando pedras ou curando criaturas esquisitas pela Galáxia, mil gerações vivem nela agora. E ela, agora, vive em mim.

** A arte em destaque é de autoria de Mia Sodré. 

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

1 comentário

  1. Olá, eu adorei o texto. Acho que todos nós concordamos que o motivo principal pelo qual Rey foi uma Palpatine não foi muito bom.

    Mas eu amo a personagem. É a minha favorita de Star Wars e eu escrevi um artigo sobre ela para o site Torre de Vigilância. Se você quiser conferir…

    Ótimo artigo. É muito bom ler algo positivo sobre uma personagem que eu amo muito ❤