Na biografia de Clara Alves, disponível em seu próprio site, a escritora aponta que começou no universo dos livros muito nova e com apenas oito anos de idade já havia escrito o primeiro deles, mas foi apenas aos catorze anos que passou a levar o sonho realmente a sério. De lá pra cá, esse sonho […]
Mês: maio 2022
Minx: Uma Para Elas, uma exploração do feminismo, desejo, sexualidade e prazer
Com a expansão do movimento #MeToo nos Estados Unidos, uma onda de projetos criados por mulheres foram conquistando um espaço na indústria. Ao mesmo tempo que o ramo da televisão vem cedendo esses lugares, em um ritmo desacelerado, a tomada desses lugares encontra diversos obstáculos, o que acaba resultando em um número de obras que […]
Allen v. Farrow: uma saga familiar que evidencia o paradoxo de Hollywood
Mia Farrow e Woody Allen tiveram um dos relacionamentos mais comentados de Hollywood na década de 1980. A atriz de O Bebê de Rosemary (1969) e O Grande Gatsby (1974) conta que eles passaram a se relacionar antes do primeiro filme em que ele a dirigiu (A Midnight Summer Night’s Sex Comedy), mas já nessa […]
A maravilhosa cidade do futuro: o legado de Thea Von Harbou
O livro Metrópolis (1925) de Thea Von Harbou não é apenas um exemplar da literatura, mas também do cinema, além do movimento artístico e cultural intitulado Expressionismo Alemão. A obra é considerada ousada, inovadora e que desafiava os padrões sociais vigentes, possui um valor artístico e cultural inestimável, sendo reconhecida como um dos principais pilares […]
Ted Lasso, segunda temporada: a saúde mental e a resistência à terapia
Na primeira temporada de Ted Lasso, disponível na Apple TV+, acompanhamos a jornada de Ted (Jason Sudeikis), um técnico de futebol americano que aceita treinar um time de futebol na Inglaterra, mesmo sem nenhuma experiência com o esporte. Em primeiro momento, ele pode parecer um idiota, alguém sem nenhuma noção da realidade e irritantemente bem-humorado, […]
A Síndrome de Lisbela e o paradoxo do amor feminino
“Transforma-se o amador na coisa amada, em virtude do muito imaginar”, recita Leléu (Selton Mello) no primeiro encontro com a sua amada Lisbela (Débora Falabella). Pessoalmente, sempre li Lisbela e o Prisioneiro como uma fábula desmedidamente romântica. As linhas utilizadas para costurar a trama são banhadas em um sentimentalismo exagerado, propositalmente brega. Porém, o pieguismo […]






