Quando pensamos em guerra, dificilmente expandimos esse pensamento para além das perdas de vidas humanas, das cidades destruídas e dos prejuízos econômicos. Poucos são aqueles que olham para além de suas necessidades imediatas enquanto seres humanos para pensar, também, no que acontece com a natureza e os animais que acabam, por uma infelicidade do destino, […]
LITERATURA
A Fera: uma história sobre adolescentes e empatia
Jamie e Dylan são dois adolescentes que se conhecem num grupo de apoio terapêutico para adolescentes com tendências suicidas, mas que não necessariamente se encaixam lá. Ou talvez o grupo de terapia seja o lugar ideal para os dois, mas isso não é o importante no momento. O ponto principal é que Jamie e Dylan […]
Quando tudo faz sentido: muito além das leis da física
“Obviamente, você nunca foi uma garota de 13 anos”, diz Cecilia, personagem de As Virgens Suicidas, após ser confrontada pelo seu médico, que não acredita que ela, uma jovem tão doce e bonita, com uma vida inteira pela frente, teria vivido o suficiente para conhecer o lado mais obscuro da vida, quiçá ser responsável por […]
As Crônicas de Amor e Ódio: a jornada de Lia
Em um primeiro momento pode parecer que As Crônicas de Amor e Ódio, trilogia da norte-americana Mary E. Pearson, se trata de mais uma famigerada história de princesas. Lia é filha do rei e da rainha de Morrighan e, como Primeira Filha e soldado de seu reino, tem um dever: se casar com o príncipe […]
O dito e o não dito: a homossexualidade em The Children’s Hour
O teatro norte-americano do século XX sempre foi minha paixão. Foi através de filmes antigos que tomei conhecimento de nomes como Tennessee Williams e Eugene O’Neill, pois as peças de teatro deles foram largamente adaptadas para o cinema. Williams carrega no currículo oito peças de teatro adaptadas para as telas hollywoodianas, sendo Uma Rua Chamada […]
O Miniaturista: Petronella Oortman e a força da mulher numa família
Minha trajetória como leitora começou, como muitas pessoas da minha geração, com Harry Potter e, a partir de então, não parou mais. Depois foi a vez de Diário da Princesa e, logo depois, veio Percy Jackson. Entre um universo e outro, percebi que uma forma de valorizar mulheres era consumir mais livros escritos por elas.






