Em agosto, falamos sobre o incrível Tash e Tolstói, romance young adult que reúne em uma só história uma personagem assexual, uma discussão interessante sobre as intersecções entre nossas vidas on-line e off-line — coisa ainda rara no universo da literatura para adolescentes — e um papo nada novo sobre a importância de sermos honestos com nossos […]
Valkirias
Cinema político e feminista: Agnès Varda
Agnès Varda é uma cineasta (além de fotógrafa, roteirista, editora, produtora e, às vezes, atriz de suas próprias obras) cuja filmografia é impressionante por abordar temas que falam sobre a experiência feminina na sociedade e pelo seu aspecto experimental. Tornou-se mais conhecida por ter sido parte do movimento cinemático intelectual francês nouvelle vague, cuja produção […]
O poder de um nome: treta não é discurso de ódio
Há algumas semanas, a coluna opinativa (e obviamente caça-cliques) da edição brasileira de uma renomada revista estadunidense fez com que eu tivesse vontade de colocar cianureto na água da cidade. Nela, o jornalista Marcos Lauro, que já havia enaltecido a música “1-800-273-8255”, do Logic e a série 13 Reasons Why como iniciativa anti-suicídio, lamentou a […]
A força de Jane Eyre, uma mulher que desafiou seu destino
Ninguém se surpreenderia com a afirmação de que, na Inglaterra do século XIX, o futuro de uma mulher estava traçado desde o seu nascimento. Questionar esse destino era considerado impensável, ou, ainda, uma ideia subversiva. Muitas mulheres da época nem mesmo cogitavam algo tão inalcançável quanto a liberdade, que dirá sonhar com ela e agir […]
Tash e Tolstói: uma honestidade aterrorilhosa
Ser adolescente nunca é fácil. Todos os seus sentimentos são confusos e explosivos, o motor de tudo é o tédio, o drama e, claro, os hormônios, que caminham de mãos dadas prontos para uma destruição. A adolescência funciona como um grande amplificador das nossas experiências nessa época, fazendo com que vejamos e sintamos tudo com […]
Crítica: O Mínimo para Viver
Anorexia-histérica, “uma condição feminina”, foi o nome dado pelo médico inglês William Gull, em 1873, ao estado de perda de apetite sem causas gástricas diagnosticadas. Mais tarde, o distúrbio recebeu o nome de anorexia-nervosa e, após a publicação de um artigo pelo mesmo médico em 1888, algumas centenas de outros especialistas averiguaram que os sintomas […]






