Conheci a personagem Píppi Meialonga através de uma antiga série de TV dirigida por Olle Hellbom, em 1969, protagonizada por Inger Nilsson. Na época, eu era ainda muito menina e não sabia que a produção tinha por inspiração o mundo das letras impressas; foi somente mais tarde que descobri que por trás das telas existiam […]
companhia das letras
Uma Bolota Molenga e Feliz: Sarah Andersen, mulher e millenial
O nome Sarah Andersen não é desconhecido. Para bom vivente da webesfera, a chance de ter cruzado com algum trabalho da jovem adulta nascida em 1992 é grande. Responsável pela página Sarah Scribble’s, que possui mais de dois milhões de curtidas no Facebook, a artista reúne em cômicas tirinhas e pequenas histórias, realidades fictícias e autobiográficas. […]
Sempre Vivemos no Castelo: até onde um refúgio pode proteger quem nele reside?
Desde que comecei meu passeio pela literatura americana, não me lembro de ter ouvido falar uma única vez o nome de Shirley Jackson, o que neste momento eu tomo por uma falta muito grande, visto que seu último livro, Sempre Vivemos no Castelo, publicado em 1962, não pode ser descrito de outra forma senão impressionante. […]
Fazendo castelos: cadernos de uma menina provinciana
Guimarães Rosa acreditava na importância de se ouvir conversas: “Ouvir a vida para poder transmiti-la. Se a gente lê muito, em demasia, acaba contando coisas que todo mundo já sabe. É preciso dar coisas novas, há milhares de coisas novas para dar. É descobri-las”. Talvez seja por isso que o escritor mineiro tenha ficado encantado ao […]
As Filhas Sem Nome: um fragmento da realidade das mulheres chinesas por Xinran
Quando falamos sobre a China, qual é a primeira coisa que vem à sua cabeça? De dados geopolíticos que englobam o maior número de habitantes no mundo e uma economia poderosa às características culturais que vão do símbolo do dragão ao yakisoba passando pelo consumo de importados em massa, de minha parte, nunca me debrucei […]
Tash e Tolstói: uma honestidade aterrorilhosa
Ser adolescente nunca é fácil. Todos os seus sentimentos são confusos e explosivos, o motor de tudo é o tédio, o drama e, claro, os hormônios, que caminham de mãos dadas prontos para uma destruição. A adolescência funciona como um grande amplificador das nossas experiências nessa época, fazendo com que vejamos e sintamos tudo com […]






