Após quatro temporadas, Arrow tornou-se a prova de que nem só de tramas intricadas é feita a história do Arqueiro Verde. Entre problemas de roteiro, personagens que desapareceram de forma abrupta e plots inseridos sem razão, a série possui um problema mais grave, que surge com demasiada frequência: a péssima representação feminina.
Ana Luiza
Jessica Jones: não estamos sozinhas
Lançada no final do ano passado, Jessica Jones chegou para reforçar um movimento relativamente recente — mas necessário — que busca trazer protagonistas femininas para o centro de um universo majoritariamente masculino: o dos super-heróis. A série, no entanto, vai além: se, enquanto super-heroína, Jessica (Krysten Ritter) é uma personagem complexa por si só, enquanto […]
Crítica: X-Men Apocalypse
Para falar sobre X-Men: Apocalypse é preciso olhar para os filmes que o antecederam e também para além deles, quando a perspectiva de um filme sobre os personagens da franquia parecia muito distante. Desde a aquisição dos direitos das histórias dos X-Men pela Orion, em meados da década de 1980, até o lançamento de X-Men […]
Brooklyn: para além do triângulo amoroso
Baseado no romance homônimo de Colm Tóibín, Brooklyn centraliza a história de Eilis (Saoirse Ronan), uma jovem irlandesa que migra sozinha para os Estados Unidos em meados da década de 1950, que descobre na prática as alegrias e tristezas de se viver em um país estrangeiro. Lançado em 2015, o filme teve uma passagem modesta […]




