Quando a gente escreve sobre filmes ou televisão, existe esse maneirismo recorrente que é definir obras em que a cidade cenário faz uma participação importante como uma carta de amor àquele lugar — provavelmente Nova York. Outra forma de dizer isso é escrever que a cidade — muito provavelmente Nova York — se transformou em […]
Ano: 2017
Todas as lições que podemos aprender com Steven Universe
Nos últimos dias, minha grande diversão tem sido tentar resumir o argumento central de Steven Universe para amigas que nunca ouviram falar no desenho. Não que o jogo “resuma a história do seu/sua filme/livro/série favorito/a um tweet” não resulte sempre em coisas divertidas e surpreendentes, por nos fazer pensar — normalmente pela primeira vez — no […]
Representatividade LGBTQI+ em Sailor Moon
Sailor Moon é, sem sombra de dúvidas, minha série de anime e mangá favorita. Não apenas por ter sido a primeira produção japonesa com que tive contato, do alto dos meus sete anos de idade, mas por ser uma história que permaneceu comigo daquele momento até hoje. Naoko Takeuchi, a mente por trás de tudo […]
Nobody puts Baby in the corner: o heroísmo por trás da mocinha de Dirty Dancing
Nasci em 1993 e meus filmes favoritos de infância foram Dirty Dancing: Ritmo Quente e Grease: Nos Tempos da Brilhantina. Sim, isso fez de mim uma criança no mínimo estranha e dançante demais, e talvez excessivamente romântica. Grease, meu primeiro musical favorito, chegou a mim por influência do meu pai; já Dirty Dancing apareceu na […]
Off the Cliff: por que Thelma & Louise foi um filme fora da curva
Muito antes que eu soubesse que história contava Thelma & Louise, o filme já era uma referência conhecida para mim, citada nos diálogos de muitos outros filmes — ou séries, ou livros —, especialmente quando se tratava de personagens femininas. Foi somente no ano passado, com a chegada de seu aniversário de 25 anos, que […]
Mulher-Maravilha: entre a representatividade e o queerbaiting
“Ninguém na DC disse: ‘ela tem que ser hétero’. Ninguém. Nunca,” declarou Greg Rucka, um dos roteiristas dos HQs da Mulher-Maravilha. Essa declaração, feita pelo escritor no segundo semestre de 2016 como se fosse uma grande obviedade, levou as redes sociais ao delírio. Para mim, porém, a fala soa mais como queerbaiting.






