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semana do rock

MÚSICA

Kim Gordon: A Garota da Banda

A primeira vez que ouvi falar sobre o Sonic Youth foi na letra de uma música. O ano era 2008, eu tinha 15 anos e nenhum juízo na cabeça (não que eu tenha muito hoje), e me interessei pela banda o suficiente para descobrir que o som deles não fazia muito o meu estilo. De lá pra cá, alguns anos se passaram e é verdade que, eventualmente, aprendi a curtir uma ou duas músicas na banda – não o suficiente para me converter completamente ou mudar minha opinião geral sobre o som que eles faziam, mas ainda assim. Nada disso, no entanto, me impediu de colocar as mãos em A Garota da Banda, livro de memórias da Kim Gordon, ex-baixista e vocalista do Sonic Youth e também um dos maiores nomes do rock alternativo.

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CINEMA MÚSICA

Janis: Little Girl Blue

Antes de assistir Janis: Little Girl Blue, eu pensava que conhecia a trajetória da cantora que maravilhou o mundo com sua voz singular e morreu precocemente, aos 27 anos. Na minha frágil concepção de quem era Janis Joplin, eu a encarava como uma distante estrela da música que morreu quase duas décadas antes de eu nascer e não muito como uma mulher repleta de medos, anseios, alguém que fosse real. Uma mulher que lidava com a pressão de ser bem sucedida, uma mulher que buscava o amor nos palcos, uma mulher que colocava a alma em tudo o que fazia. Foi com o documentário de Amy J. Berg que conheci uma Janis totalmente diferente daquela que morava em meu imaginário e pude me emocionar com sua trajetória de vida.

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MÚSICA

Dicas valkíricas: o que ouvir no dia do rock?

Curiosidade: você sabia que o Dia Mundial do Rock, hoje, 13 de julho, é comemorado apenas no Brasil? Apesar de levar no nome o “mundial”, apenas nosso país entrou na onda deixada por Phil Collins após o festival Live Aid de 1985 e resolveu celebrar, em meados de 1990, esse gênero musical maravilhoso.

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MÚSICA

Como a Pitty contribuiu para minha formação como mulher

A Pitty não foi minha primeira grande ídola mulher. Lá pelos dois anos de idade eu fui muito fã da Daniela Mercury (se eu fizer uma lista das coisas que eu curtia com dois anos vocês não acreditariam que eu era uma criança de dois anos), e depois vieram várias outras meninas e mulheres que podem ser consideradas mais apropriadas à faixa etária. Mas uma hora a infância passou, eu comecei a entrar naquela fase de autoafirmação em que precisamos escolher e construir nossa personalidade e gostos, e foi nesse momento crucial que nossos caminhos se cruzaram e ela entrou na minha vida, trazendo uma perspectiva e uma sensatez que ninguém mais poderia ter fornecido à minha formação.

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