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representação feminina

CINEMA

A representação feminina no cinema brasileiro: uma breve história

Não é de hoje que a imagem da mulher e a representação da mesma na literatura, no cinema e, posteriormente, na televisão, se tornou objeto de análise nas mais diferentes áreas de estudo. Desde meados do século XX, questionamentos sobre o papel da mulher em sociedade e os clichês que permeavam nossa existência já eram uma realidade, em especial para teóricas feministas, que desde os primórdios do movimento dedicavam seus esforços a compreender como problemas de uma sociedade estruturalmente machista e patriarcal eram refletidos nas mais diferentes mídias, e como o olhar masculino – que sempre fora regra nesses meios, nunca a exceção – contribuía para a construção de estereótipos irrealistas e idealizados, que se equilibravam no limiar entre a sexualização e a representação pouco complexa da nossa realidade enquanto mulheres.

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LITERATURA

Os 13 Porquês: lado A

os 13 porquês

Olá, meninos e meninas. Quem fala aqui é Hannah Baker. Ao vivo e em estéreo. Espero que vocês estejam prontos, porque vou contar aqui a história da minha vida. Mais especificamente, por que ela chegou ao fim. E, se estiver escutando estas fitas, você é um dos motivos.” É com essas palavras que Hannah Baker ressurge do mundo dos mortos para não deixar que sua história seja distorcida pelas vozes alheias.

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TV

The Last Kingdom e o que suas personagens femininas têm a nos dizer

O ano é 872. Os vikings avançam por pequenos reinos que, atualmente, compõe a Inglaterra, em busca de terras, escravos e riquezas, instaurando o terror por onde passam e transformando as belas paisagens europeias num – literal – campo de batalha. É nesse cenário contraditório, que une, ao mesmo tempo, beleza e tragédia, que se passa The Last Kingdom, série lançada em 2015 e exibida no Brasil pelo canal History.

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LITERATURA

Um balanço das representações femininas em A Seleção

A primeira vez que eu ouvi falar no enredo da série A Seleção, confesso, revirei os olhos, e acho que qualquer pessoa já inserida na bolha da problematização faria ou fez a mesma coisa. Como assim um “big brother” de meninas para o príncipe escolher sua esposa? A gente realmente precisa de demonstração de objetificação de mulheres na literatura jovem adulta? Não, a gente não precisa. E depois de ter recebido indicações efusivas de uma amiga e ganhado os dois primeiros de presente dela mesma eu confesso que fiquei bastante animada, e me viciei tanto na trama que li rapidinho. Graças à deusa, A Seleção não é a história rasa e “feministicamente” péssima como eu pensei que seria.

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