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personagens femininas

LITERATURA

Chronos: Viajantes do Tempo

Primeiro volume da trilogia escrita por Rysa Walker, Chronos: Viajantes do Tempo, saltou para o Brasil pelas mãos da Darkside Books. Com uma trama que reúne viagem no tempo, ficção científica, relatos históricos e amor adolescente, Chronos é um daqueles livros que se tornam difíceis de largar pela maneira como cativa o leitor, nos deixando sempre curiosos e ansiosos para virar a próxima página.

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LITERATURA

O Livro do Juízo Final: ficção científica e viagem no tempo

O Livro do Juízo Final, primeiro da série Oxford Time Travel, escrito por Connie Willis e publicado no Brasil pela Suma de Letras, é um livro que mistura ficção científica, viagens no tempo e um relato cru e sem fantasias da Idade Média. No imaginário popular, a Idade Média normalmente aparece como um universo à parte, repleto de príncipes galantes e princesas à espera, mas a realidade era outra – e bem diferente. O livro de Connie, que mescla passagens do ano de 2054 e 1320, na Inglaterra, retrata com maestria como o século XIV foi perigoso, principalmente para moças viajando desacompanhadas – o que, se pararmos pra pensar, não mudou tanto assim no século XXI.

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LITERATURA

A Corrida de Escorpião: Puck Conolly e o protagonismo feminino

“Hoje é o primeiro dia de novembro, portanto alguém vai morrer”. São essas palavras que recebem o leitor que decide abrir as primeiras páginas do livro A Corrida de Escorpião, da escritora norte-americana Maggie Stiefvater. Lançado em 2011 e traduzido para o Brasil no ano seguinte, com casa na Verus Editora, o livro é o primeiro trabalho standalone (livro único) da autora, que assina as séries Os Lobos de Mercy Falls e A Saga dos Corvos.

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LITERATURA

Mulheres Perigosas: a representação feminina na literatura

A antologia Mulheres Perigosas, editada por George R. R. Martin e Gardner Dozois e publicada no Brasil pela Editora Leya, é um compilado de vinte e um contos que apresenta personagens femininas escritas pelas perspectivas de diversos autores, entre eles o próprio Martin, além de Diana Galbadon, autora de Outlander, e Megan Lindholm, de a A Saga do Assassino. A ideia por trás do livro é desmontar o estereótipo da personagem feminina vítima e sem personalidade – aquela que existe apenas para dar suporte ao protagonista e herói da trama –, contando histórias com protagonistas que transitam entre a magia, o ciúme, a ambição, a traição e a rebeldia.

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TV

A ambiguidade de Alias Grace

Alias Grace, a mais nova minissérie da Netflix, é uma produção em seis episódios baseada no livro homônimo escrito por Margaret Atwood, dirigida por Mary Harron e escrita em parceria por Sarah Polley e a própria Atwood. Publicado originalmente em 1996, Vulgo Grace – título que o trabalho recebeu no Brasil – conta a história de Grace Marks, uma imigrante irlandesa que se muda com a família para o Canadá em busca de melhores condições de vida no ano de 1840. O que Grace não imaginava, no entanto, é que sua vida fosse mudar de maneira radical e que um duplo assassinato estivesse em seu destino.

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CINEMA LITERATURA TV

Stephen King e a mulher-vítima 

Correndo o risco de se tornar um dos autores mais adaptados de 2017 e já sendo um dos mais prolíficos do mundo, recentemente tem sido desafiador não esbarrar em alguma obra cujas raízes tiveram origem na obscura mente de Stephen King. O escritor está em toda parte, até mesmo nas influências em séries de sucesso, como Stranger Things, que voltou para sua segunda temporada no último dia 27 de outubro.

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