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TV

Crítica: Girlboss – pelo direito de ser imperfeita

A seguir uma releitura livre de eventos verdadeiros. Muito livre. É com essas duas frases que a Netflix apresenta sua mais nova série de “dramédia”, Girlboss. Baseado no livro biográfico escrito por Sophia Amoruso, Girlboss chegou completa com seus treze episódios ao serviço de streaming no último dia 21 de abril. Produzida por um time de mulheres incríveis – de Kay Cannon, criadora de A Escolha Perfeita, à Charlize Theron, que dispensa apresentações, além da própria Sophia – a série surge como uma releitura bem-humorada da trajetória de Amoruso no mundo dos negócios; desde as pedras em seu caminho até o sucesso da Nasty Gal, sua marca milionária, passando por momentos de preciosas epifanias, amizades, romances, festas, conflitos familiares, em resumo, todas as nuances que fazem parte da vida de qualquer pessoa.

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TV

13 Reasons Why: lado B

13 Reasons Why

O dia 7 de abril foi escolhido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para marcar o Dia Internacional da Saúde, definida pela própria organização como “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade”. A cada ano a OMS escolhe um tema central para a campanha, e em 2017 o tema escolhido foi depressão, abraçando como lema a frase “let’s talk” (vamos conversar).

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TV

The Killing, Sarah Linden e as mulheres complicadas da TV

Quem me recomendou The Killing foi Patti Smith. Para grande infelicidade minha, não estávamos batendo um papo agradável quando isso aconteceu, mas ela fala algumas vezes sobre a série no seu livro de memórias mais recente, Linha M. Talvez você não saiba, mas Patti Smith adora séries policiais. Nenhuma das várias que acompanha, no entanto, parece ser tão especial para ela quanto The Killing, à qual dedica um capítulo inteiro, discutindo seu cancelamento bem em meio a um enorme cliffhanger e todo seu carinho por sua protagonista.

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TV

Crítica: Punho de Ferro

Algumas histórias são tão frequentemente repetidas que se tornam grandes clichês da ficção. Mudam-se os cenários, os personagens, o contexto econômico, político e social em que cada uma delas está inserida, mas a essência continua exatamente a mesma. São, na maioria das vezes, variações da clássica jornada do herói, conceito que o antropólogo Joseph Campbell aborda em seu livro O Herói de Mil Faces, publicado pela primeira vez em 1949 e que desde então vem sendo interpretado, reinterpretado e replicado de forma exaustiva no cinema, na literatura e na televisão.

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CINEMA COLABORAÇÃO

Crítica: Docinho da América

“Então você é uma garota do Sul. Um verdadeiro Docinho da América, como eu.”

Uma garota, com uns 18 anos, de dreads e várias tatuagens, está catando comida do lixo em frente a uma loja de conveniência junto de duas crianças. De repente, ela vê um grupo de jovens barulhentos entrando na loja, eles chamam a sua atenção. Ela também entra, junto com as crianças, e observa aqueles jovens fazendo bagunça, derrubando produtos, dançando em cima do caixa, não estando nem aí para os olhares reprovadores dos demais clientes. Um deles a atrai, mas eles são expulsos da loja. Ela vai atrás deles, o jovem que a atraiu a está esperando. Ele pergunta se ela quer rodar os EUA trabalhando como vendedora de revistas. Ela aceita.

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