CINEMA

Crítica: Mulher-Maravilha, o filme que estávamos esperando

Mulher Maravilha

Nascidas e criadas em uma era de modelos de feminilidade construídos com base em princesas indefesas e super-heróis fortes e másculos, nós tivemos que buscar nossos modelos onde estavam disponíveis. Desenhos animados como Sailor Moon, Sakura Card Captors e Três Espiãs Demais, por exemplo, nos ajudaram a moldar quem queríamos ser: fortes, chutadoras de bundas, aquelas que salvam o mundo e não as que sentam e esperam ser salvas. Porém, entre todos esses modelos, um sempre brilhou mais forte: Diana Prince, a Mulher-Maravilha.

Embora tenha havido uma icônica série de tv nos anos 1970 protagonizada por Lynda Carter, anos de espera foram necessários até que o sonho fosse concedido e se concretizasse na forma do filme que chega agora aos cinemas, pelas mãos da diretora Patty Jenkins. Nos últimos tempos, cada nova informação que nos levava um passo mais para perto dessa produção era fonte de euforia e agitação. Até que, finalmente, o momento que esperamos há tanto tempo chegou.

Atenção: o texto contém spoilers!

No começo do filme, éramos todas só euforia e êxtase. Tudo tão lindo, tantas mulheres juntas, imagens tão belas e, principalmente: estava acontecendo. Com o passar do tempo o filme vai nos levando por seus caminhos rumo à Primeira Guerra Mundial, “a guerra para acabar com todas as guerras” e surge a questão: será esse só mais um filme de super-herói construído com o único intuito de consolidar em nossas mentes a ideologia dominante que nós sempre conhecemos; EUA e Inglaterra são bonzinhos, Alemanha é o mal? É o que parece, a princípio, e o incômodo cresce à medida que a história avançava por esse caminho. Escondida atrás de uma semideusa poderosa e imbatível, um breve comentário sobre racismo embutido em uma fala aleatória, algumas tiradas girl power, toda uma fachada feminista, parecia estar aquela velha trama dos bastiões da liberdade que lutam contra os homens maus para garantir que a humanidade possa estar feliz e segura.

Se anúncios e propagandas usam exaustivamente a bandeira do feminismo para vender produtos e até para expandir o próprio mercado consumidor por meio de uma suposta “quebra de padrões de gênero” que anda tão na moda (sempre para homens), se até a Rede Globo está lançando mão desse subterfúgio pra tentar fugir da própria decadência, não é de se surpreender que a ideologia política dominante vá pelo mesmo caminho. E Mulher-Maravilha parece a oportunidade perfeita para fazer isso. Felizmente, como o tom esmaecido das cores da armadura da nossa heroína já indicava, à medida que a trama se desenrola, o filme quebra ligeiramente essa proposta. Apesar de não conseguir destruir a imagem geral dos britânicos como os mocinhos da guerra, a trama tenta, pelo menos em alguns momentos pontuais, indicar que a guerra é feita por dois lados e que o ser humano é um ser complexo no qual bem e mal coexistem. Essa é, na verdade, o fato que Diana (Gal Gadot) é levada a compreender durante toda a história: Ares não faz a guerra no vácuo; ele só estimula a natureza que já existe dentro de cada ser humano, que não é apenas bom, nem apenas ruim, mas algo aí no meio.

No início do filme somos apresentados basicamente à mesma Diana que vislumbramos em Batman vs Superman: A Origem da Justiça: ela é uma mulher perfeitamente integrada ao mundo em que vive, possivelmente ocupando uma posição importante dentro do Museu do Louvre, em Paris, e que sabe exatamente com o que está lidando ao receber uma maleta de Bruce Wayne (Ben Afleck). O presente que o homem morcego lhe envia é a mesma fotografia que já vimos no filme em que Diana faz seu debute: a Mulher-Maravilha, em toda sua glória, de armadura, espada e escudo nas mãos, ao lado de um grupo de homens na Primeira Guerra Mundial. Wayne pede que um dia Diana lhe conte sua história, e é a partir daí que passeamos junto com ela por suas memórias mais distantes, memórias de uma outra vida.

Diana era a única criança a viver em Themyscira, ilha povoada apenas pelas amazonas, e se lembra de como seu maior desejo, desde pequena, era treinar para ser tão habilidosa, corajosa e destemida quanto sua tia Antiope (Robin Wright). Sua mãe, a Rainha Hippolyta (Connie Nielsen), no entanto, parece ter outros planos para a vida da menina. Embora todas as amazonas em Themyscira sejam treinadas e muito habilidosas no combate, Hippolyta decide que resguardar Diana é a melhor maneira de mantê-la protegida da ira de Ares, o deus que foi banido por Zeus após se levantar contra sua criação – os seres humanos. Em uma difícil guerra combatida pelas amazonas, Ares foi deixado em decadência, mas sua presença continuou a pairar sobre a Ilha Paraíso e principalmente sobre os pensamentos de Hippolyta. A origem de Diana está diretamente entrelaçada ao retorno de Ares, e é esse um dos mistérios que movem a trama de Mulher-Maravilha. Na versão original de William Moulton Marston, Diana foi trazida à vida pelo imenso amor de Hippolyta e o desejo que a amazona nutria de ter uma filha – moldada do barro pelas mãos da própria Hippolyta, a deusa Afrodite soprou a vida em Diana, uma origem sem nenhuma interferência masculina. O trio de roteiristas de Mulher-Maravilha – Zack Snyder, Allan Heinberg e Jason Fuchs –, no entanto, optam por colocar Zeus como aquele a dar vida à Diana, uma história de origem utilizada por Brian Azzarello e Cliff Chiang quando estiveram à frente dos quadrinhos da princesa amazona. Embora Diana proclame, em determinado momento do filme, que não tem pai, aos poucos descobriremos que há muito mais a ser revelado a respeito de seu nascimento. 

As amazonas viveram por muitos séculos escondidas em Themyscira para escapar da ira de Ares, sempre treinando e se preparando para o dia em que o deus retornaria. Diana cresce ouvindo histórias de glórias e lutas e, diante sua persistência, consegue autorização de Hippolyta para que também possa treinar com suas compatriotas. A menina cresce e se transforma em uma mulher habilidosa e bem treinada mas que, ainda assim, não tem ideia de sua verdadeira força. Tudo parece transcorrer na mais perfeita paz na vida das amazonas, até que um avião em queda ultrapassa a barreira que separa a Ilha Paraíso do restante do mundo: Steve Trevor (Chris Pine) está à bordo do tal avião que cai no mar e está prestes a perder a consciência quando Diana o resgata. Em uma troca de papéis – que até evoca por um momento a cena em A Pequena Sereia em que Ariel resgata o príncipe Eric de um naufrágio –, Steve abre os olhos para exclamar um ‘uau!’ quando se depara com Diana. É a primeira vez que a amazona encontra um homem e seu deslumbramento é nítido nas expressões de Gal Gadot – a atriz, vale frisar, é sempre muito certeira ao exprimir as reações de Diana, principalmente quando a amazona começa a desbravar o mundo dos homens com todas as suas particularidades, esquisitices e estranhezas. 

Não há muito tempo para uma conversa pois os soldados alemães estão atrás de Steve e eles também conseguiram passar pela névoa que deixava Themyscira escondida do mundo e partem logo para o ataque. Em uma sequência belíssima, podemos acompanhar toda a destreza das amazonas na guerra e como todas chutam bundas maravilhosamente bem. A sequência de ação da luta na praia tem uma coreografia elegante e plástica, quase como uma dança, e há amazonas de todos os tipos, manejando diversas armas. Não há muito o que se dizer do exército alemão que logo sucumbe nas mãos das guerreiras, mas eles conseguem levar consigo Antiope, a guerreira em quem Diana se espelhou por toda a vida. Aqui talvez tenha que ser feita uma ressalva pelo fato de que uma mulher teve que morrer para despertar Diana para o que está acontecendo no mundo fora da ilha, e sabemos como esse é um recurso narrativo comumente usado para motivar o personagem principal a partir para ação. Possivelmente haveriam outros modos de despertar em Diana o desejo de salvar a humanidade, mas esse foi o escolhido pela equipe de produção do filme – tal recurso, inclusive, foi utilizado não uma, mas duas vezes durante Mulher-Maravilha. Mesmo contra a aprovação da mãe, Diana decide que o melhor a fazer enquanto guerreira amazona é acompanhar Steve Trevor em direção ao mundo dos homens e colocar um fim na guerra de todas as guerras.

A jornada de Diana nesse mundo novo tem como guia o próprio Steve Trevor e muito se falou a respeito de seu personagem e em como ele poderia tentar roubar o protagonismo da Mulher-Maravilha, mas o que vemos é muito mais uma interação aos moldes de Capitão América e Peggy Carter do que qualquer outra coisa: assim como ocorreu no filme do primeiro vingador, é por meio dos olhos de Steve que Diana consegue compreender melhor o mundo em que está inserida agora e a dimensão do conflito que pretende destruir. A interação entre os dois acontece de maneira delicada e verossímil – o encantamento que um sente pelo o outro é puro e genuíno, e o romance que se desenrola entre eles é muito natural. Embora Steve tente, por algum tempo, dizer a Diana o que fazer e como fazer, inclusive querendo deixá-la de fora da ação, ela não se faz de rogada e faz o que tem vontade e acha correto, enfrentando-o sempre que entende que deve fazê-lo (“I do what I want”) e batendo de frente com os líderes britânicos que não lhe dão ouvidos. Não demora para que Steve compreenda que está lidando com uma entidade mística e muito mais poderosa do que qualquer coisa que ele conheça, uma mulher que, empunhando apenas um escudo e sua espada, enfrenta soldados entrincheirados com metralhadoras, bombas e granadas.

Essa, inclusive, é uma das cenas mais poderosas do filme, ainda que, ironicamente, quase tenha ficado de fora do longa, sendo necessário que a própria Patty Jenkins desenhasse (!) o que esperava da super-heroína durante a cena para garantir que ela fosse rodada. Diana, sozinha, saindo da relativa proteção da trincheira e se colocando na mira dos soldados inimigos, colorindo o cenário acinzentado com as cores de sua armadura, é de deixar qualquer um arrepiado. É a primeira vez que a amazona se mostra aos homens em seu esplendor de guerreira, o que marca seu nascimento para todos dentro da história do filme – e para nós, sentadas nas poltronas do cinema em puro êxtase. Mesmo adultas e donas (ou quase) de nossos próprios narizes, é fácil se emocionar com a cena: ver a Mulher- Maravilha em toda sua força e destreza, fazendo balas de metralhadora ricochetearem em seus braceletes, afastando bombas com seu escudo e seguindo em frente inabalada, é de encher os olhos. Pensar que muitas meninas poderão assistir isso enquanto crescem e escolhem suas heroínas dá uma satisfação imensa – muito se diz que cultura pop nada mais é do que diversão ou distração, mas sabemos que representatividade importa, e importa muito. Ver Diana, a Mulher-Maravilha, enfrentando um exército e libertando a Terra de Ninguém fala muito sobre o que é ser uma super-heroína, um símbolo de esperança e amor.

A Diana Prince de Gal Gadot é poderosa e destemida, corajosa e divertida. Seus momentos na Londres tomada pela guerra, descobrindo aquele mundo novo e estranho, é engraçado de um jeito quase infantil. A pureza que ela tem nesses primeiros momentos junto ao mundo dos homens, admirando-se ao ver um bebê na rua ou achando curiosa a maneira como as mulheres se vestem, experimentando sorvete pela primeira vez e encarando o sorveteiro com reverência (“You should be very proud!”) – uma cena que referencia, ao mesmo tempo, a graphic novel Liga da Justiça: Origem e a animação Liga da Justiça: Guerra – marca bem a personalidade da amazona. Aqui não há aquele lado sombrio e introspectivo dos heróis predestinados e tampouco a tristeza característica dos escolhidos solitários: Diana está exatamente onde deseja estar e fazendo aquilo em que acredita ter sido criada para fazer; parar Ares e devolver a paz ao mundo. E tal inocência, vale frisar, nunca é vista como fraqueza, mas como uma marcante característica de Diana que tem fé de que a humanidade seja passível de salvação.

Tudo isso, entretanto, não muda o fato de que, ainda que o grande vilão esteja infiltrado dentro do exército dos ingleses, suas piores influências aparecem do lado alemão. Embora não exista lado bom em uma guerra, na trama do filme o lado “mau”, que gasta todas as suas energias e recursos desenvolvendo uma arma incrivelmente fatal e retratada como altamente imoral (como se houvesse alguma arma moralmente aceitável) é o lado inimigo. O lado que está atacando e dizimando populações inocentes é, inegavelmente, o alemão. Sempre voltamos a algum tipo de paráfrase da citação que representa fielmente o que está por trás de todas as afirmações de igualdade da nossa sociedade: Todos os homens são um pouco maus, mas alguns são mais maus do que outros.

A parte que nos deixa um pouco menos incomodadas é que, no meio disso tudo, e mesmo em face da doutrinação disfarçada que ocorre no filme, Mulher-Maravilha, a heroína, permanece como personagem em estado de inocência em relação a todo o jogo político envolvido na guerra. Ela tem o objetivo único de defender a raça humana de si mesma e buscar um mundo em que as pessoas voltem a ser boas, puras e justas como no momento em que foram criadas. A distorção está justamente no fato de que os valores que ela defende parecem (erroneamente, como já ressaltamos) estar de um determinado lado. Ao fim de tudo, parece que o lado hegemônico precisou fazer concessões sobre a própria imagem de perfeição, colocar a própria maldade na conta dos indivíduos, e assim continuar a difundir o discurso de ética e superioridade que lhe favorece.

Apesar de todas as ressalvas que precisam ser feitas sobre o papel da cultura pop na manutenção de um discurso de poder, é extremamente satisfatório ver a Mulher-Maravilha em ação, acabando sozinha com dezenas de homens de uma vez só, destruindo prédios só para, logo em seguida, olhar para a câmera com alguma cara inofensiva e incrivelmente adorável. Nesses termos, Diana Prince não poderia ser uma arma mais eficaz na propagação do feminismo que não afronta o sistema: ela é incrível, independente, tem uma força física absurda e uma inteligência enfaticamente demonstrada em alguns pontos, sem romper completamente com os modelos de beleza e feminilidade da sociedade patriarcal. Ainda assim, é um modelo muito positivo em um meio dominado por modelos masculinos em que a mulher raramente aparece como mais do que um objeto sexual, interesse romântico e pessoa vulnerável a ser protegida.

Embora Mulher-Maravilha seja um filme incrível que te faz sair do cinema urrando de felicidade, alguns pontos poderiam ter sido melhor abordados, principalmente na questão das personagens femininas que estão ao redor de Diana. Claro que temos Themyscira e todas suas amazonas, mas não podemos aceitar que somente algumas delas sejam negras e apenas uma delas tenha certo destaque, como Philippus (Ann Ogbomo), ou que todas sigam o mesmo biotipo. Não houve tempo – ou oportunidade, talvez – de abordar os relacionamentos entre as mulheres que vivem na Ilha Paraíso visto que além do relacionamento entre Diana e sua mãe, ou entre Diana e Antiope, pouco se sabe a respeito de como as outras amazonas se relacionam entre elas; e com isso queremos dizer sobre a sexualidade dessas mulheres. Ano passado, por exemplo, em nota oficial, Greg Rucka, roteirista dos quadrinhos da Mulher-Maravilha, confirmou que a personagem é bissexual, uma nuance da personagem que, infelizmente, não ganha espaço no longa. Com isso não queremos apagar a existência de Steve Trevor na trama ou algo do tipo, mas queremos que haja também essa faceta da personagem e de outras amazonas. 

Outro ponto que vale uma ressalva é a participação de Etta Candy (Lucy Davis), secretária de Steve Trevor na trama e amiga de Diana nos quadrinhos – embora a personagem tenha liderado uma importante missão de dentro do escritório do ministro britânico para ajudar Diana e Steve, Etta tem pouco tempo de tela e quase fica marcada apenas como alívio cômico. Etta é, para além das amazonas, a única outra personagem feminina com quem Diana se relaciona no filme, o que nos leva aos companheiros de Steve que acompanham Diana em direção à guerra: apesar de serem visivelmente de origens diferentes, são todos homens. Por qual motivo um deles não poderia ser uma mulher? Como sabemos, historicamente mulheres vão à guerra e seria muito interessante colocar uma personagem feminina para combater ao lado de Diana, deixando a trama ainda mais diversa e inesperada.

De qualquer forma, Mulher-Maravilha permanece um filme incrível e assertivo, um filme que empolga e mesmeriza, um filme que entrega uma super-heroína em sua forma mais pura e poderosa. A direção de Patty Jenkins para o debute de Diana Prince é outro ponto à favor do longa: mesmo que a Mulher-Maravilha use uma armadura relativamente curta, em nenhum momento a câmera da diretora sexualiza a personagem; mesmo quando Jenkins utiliza a técnica da câmera lenta para enfatizar os poderes de Diana durante suas batalhas, não vemos nada mais do que o necessário para o entendimento da ação. Aqui não há uma câmera invasiva percorrendo sexualmente o corpo da personagem: o que há é uma guerreira em sua plena forma lutando por aquilo em que acredita.

Talvez Mulher-Maravilha tenha dado tão certo e encantado a tantos justamente pelo fato de que mostra a super-heroína do título como isso: uma super-heroína. Conseguimos captar os conflitos da personagem, a maneira como Diana vai aos poucos compreendendo o mundo novo em que está inserida, e que o amor é a maior força de todas. Significa – e muito – que seja o amor a peça chave para elucidar a trama da princesa amazona. Em um mundo dominado por medo e tons escuros de incerteza, é maravilhoso ver uma super-heroína trazer a luz, a empatia e o amor de volta ao debate.

Mulher-Maravilha acerta, e muito, ao contar uma história de origem por meio de um roteiro bem trabalhado e aparado. Não há cenas desnecessárias e fora de lugar, o que faz com que o filme funcione perfeitamente como uma espécie de recomeço do universo cinematográfico da DC Comics – se em Homem de Aço (2013), Batman vs Superman (2016) e Esquadrão Suicida (2016) temos roteiros confusos que mais atrapalham o desenvolvimento da trama do que os ajudam, e tornam as motivações de seus protagonistas quase vazias, em Mulher-Maravilha temos claro desde o princípio qual é a verdadeira intenção de Diana, quais sentimentos a movem adiante e a transformam na maior super-heroína de todos os tempos. A força do amor e a fé de que a humanidade pode ser melhor é o que fazem de Diana Prince a Mulher-Maravilha de que precisamos, uma super-heroína atemporal do filme que há tanto tempo estávamos esperando.

Crítica escrita em parceria por Paloma e Thay

Posts Relacionados

4 Comentários

  • Responda
    Ana Beatriz
    6 de junho de 2017 at 22:11

    Crítica tão boa quanto o filme <3 Eu sai da sala do cinema super feliz com o que assisti. AMEI demais o longa!

    • Responda
      Thay
      7 de junho de 2017 at 12:29

      Ficamos felizes que tenha gostado da crítica, Ana! <3

  • Responda
    Clarinha Diniz
    12 de junho de 2017 at 01:08

    É incrível como vocês discorrem tão bem sobre tudo. Dessa vez deixei pra ler a crítica só depois de ver o filme por não querer nenhum spoiler, e só posso dizer que fiquei bem contente com o resultado do filme que tanto foi aguardado, e também com o fato de vir aqui e ver que vocês concordam comigo com o que deveria ter sido mais explorado. E sim, merece muito TODAS as 5 estrelas! {: (obrigada por escreverem meninas) <3

    • Responda
      Thay
      12 de junho de 2017 at 08:12

      Obrigada pelo comentário, Clarinha! (:
      E obrigada, também, por prestigiar o site e curtir nosso trabalho! <3

    Deixe um Comentário