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Call the Midwife além da fronteira: a luta e a esperança das mulheres da África do Sul

Call the Midwife

Desde que Call the Midwife se tornou um programa de prestígio na televisão britânica, garantindo uma audiência cada vez maior dentro do seu país de origem e do resto mundo, o enredo dos seus episódios tem se tornado cada vez mais preciso na hora de abordar questões culturais, sociais e históricas. Há muito a série deixou de ser um programa essencialmente sobre parteiras, mães e bebês – agora, trata primordialmente de uma visão delicada sobre as características humanas de todas as pessoas, celebrando a diversidade que existe no mundo e tratando-a com a naturalidade que deveria ser comum; isto é, se seguirmos o que pregamos e enxergarmos o coração das pessoas antes do seu físico e respeitarmos toda a sua história.

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Se você não gosta do que estão dizendo, mude a conversa: a trajetória de Peggy Olson

“Em pouco tempo e com sorte você virá morar na cidade. Mas se você tiver sorte mesmo você ficará no subúrbio e não terá que trabalhar”.

Essa é uma das primeiras frases que Peggy Olson, interpretada pela brilhante Elisabeth Moss durante as sete temporadas de Mad Men, ouve ao chegar ao escritório da Sterling Cooper para seu primeiro dia de trabalho como secretária. Quem diz isso a ela é Joan Harris (a também brilhante Christina Hendricks), coordenadora das secretárias da agência, depois de questioná-la sobre o número de trens que precisava pegar para chegar em Manhattan vinda do Brooklyn (apenas um). Naquele momento, uma manhã de algum dia qualquer do ano de 1960, nenhuma das duas tinha como saber que o futuro que as esperava não tinha absolutamente nada a ver com o subúrbio, muito menos que isso não era ruim — muito pelo contrário.

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You Me Her: bissexualidade, poliamor e um final feliz

Quando eu ouvi falar de You Me Her pela primeira vez, fiquei empolgada. Dez minutos depois, minha reação mudou para preocupação. Afinal, You Me Her é uma série sobre uma relação poliamorosa com duas protagonistas bissexuais – e eu já me decepcionei vezes demais com a representação de relações não-monogâmicas e de personagens bissexuais em séries e filmes.

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Emerald City e uma nova jornada pela estrada de tijolos amarelos

“Não estamos mais no Kansas”, diz a jovem Judy Garland na clássica adaptação de O Mágico de Oz, onde dá vida a uma Dorothy ainda criança, com seu característico vestido azul de algodão e fita no cabelo. É a versão da personagem que ficou marcada em nosso imaginário; uma Dorothy doce e absolutamente adorável, que canta e encanta ao longo de sua busca por uma forma de voltar para casa, e que conquistou inúmeros corações desde que surgiu pela primeira vez nas telas do cinema, em 1939.

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