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Os Defensores: o que poderia ter sido

Em 2013, quando a parceria entre Marvel e Netflix foi anunciada, a principal pergunta que estava sendo feita não dizia respeito à união dos gigantes, mas para onde o Universo Cinematográfico Marvel estava indo. Séries de televisão cujo foco se voltava para as trajetórias e conflitos de super-heróis, via de regra, já não eram mais uma novidade, e com o sucesso dessas adaptações para o cinema e o novo momento que vivia a televisão, sobretudo a norte-americana, parecia uma questão de tempo até que essas histórias passassem a ganhar espaço na tela pequena – algo que, de fato, aconteceu. De heróis com poderes especiais a vigilantes, passando por alienígenas, mutantes e histórias de origem e vilões, todos ganharam espaço para construir narrativas tão diferentes entre si que o único fator que as unia era o fato de serem baseadas no universo dos quadrinhos e seus heróis.

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The Bold Type: amigas conversam sobre tudo

Imagine uma série sobre jovens mulheres vivendo em Nova York e trabalhando na redação de uma revista feminina. Já vimos isso mais de uma vez e, exatamente por já termos visto, acreditamos que essa é uma fórmula que tem um bocado de estereótipos pré-fabricados prontos para acontecer – mulheres em situação de constante competição, artimanhas e brigas por conta de empregos e homens; amizades femininas cheias de superficialidade; uma chefe vista como o diabo, infeliz e odiada por todos. Mas esse não é o caso de The Bold Type. Lançada em junho e criada por Sarah Watson, a série está em sua primeira temporada e, até agora, tem cumprido bem a proposta de ser, ao mesmo tempo, divertida e semeadora de questões.

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INTERNET LITERATURA TV

The Lizzie Bennet Diaries: Orgulho e Preconceito para millennials

É uma verdade universalmente conhecida que um livro clássico, possuidor das qualidades certas, é sempre atual. Atualidade essa que desperta sentimentos de identificação em pleno século XXI, mesmo que a história seja contada com linguagem rebuscada, cheia de floreios e pontuada pela rigidez característica das regras sociais de outrora, que nos parecem tão estranhas atualmente. Clássicos são, sobretudo, sobre sentir profunda e desesperadamente (ou sobre reprimir esse turbilhão de emoções). E sentir é algo universal e atemporal, não fazendo diferença a época em que se vive. Continue Lendo

CINEMA TV

As mulheres de Agents of Shield e o que o MCU pode aprender com elas

O inegável e estrondoso sucesso de Mulher-Maravilha nas bilheterias – são mais de R$ 387 bilhões contabilizados desde a estreia – e nas críticas – o filme possui 92% de aprovação no Rottan Tomatoes – confirmou aquilo que, nós, mulheres já sabíamos: filmes, séries, livros e qualquer produto de cultura pop que sejam centrados na figura feminina vendem SIM, e muito. Os números do filme da amazona trazem um significado ainda maior do que apenas a rentabilidade: mostram para as empresas que o argumento, utilizado de forma recorrente, de que super-heroínas não vendem não é mais válido.

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CINEMA LITERATURA TV

As cientistas: para conhecer a história de mulheres incríveis

Em 1901, Annie Jump Cannon, uma jovem com deficiência auditiva graduada em física e astronomia, publicou seu primeiro catálogo de espectro estelar após liderar uma equipe que foi responsável por criar um método para catalogar estrelas. Em 1908, Henrietta Swan Leavitt publicou seus resultados sobre estrelas variáveis situadas nas Nuvens de Magalhães, dando origem a lei de Leavitt-Shapley que, ainda hoje, os astrônomos usam pra medir o tamanho do Universo. Em 1923, Cecilia Payne deixou o Reino Unido rumo aos Estados Unidos, pois a Universidade de Cambridge não concedia diploma para mulheres, e foi na América que Payne tornou-se a primeira cientista a mostrar que o Sol é composto principalmente de hidrogênio.

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A romantização do relacionamento abusivo em Dallas

Durante aproximadamente 20 anos, de 1978 a 1991, eles foram um dos casais mais shippáveis da televisão. A química entre eles era inegável, e os espectadores torciam por um final feliz. Inicialmente esse não era o plano, mas a verdade é que eles, os antagonistas, eram mais adorados do que os mocinhos. Ela era alcoólatra; ele um empresário inescrupuloso. Isso não nos impediu de desejar a felicidade deles.

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