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Troféu Valkirias de Melhores do Ano: Games

Em 2016, muito discutimos sobre representatividade, machismo, girl power e todos os derivados possíveis e imagináveis que uma conversa sobre feminismo pode gerar. No entanto, como se faz óbvio, enquanto gamers somos boas seriadoras, e digo isso não apenas porque falar sobre outras questões, pra nós, é mais fácil, mas porque falar sobre games é muito difícil. A área, um dos carros-chefes do entretenimento que já não é exclusividade masculina há muito tempo — e talvez nunca tenha sido — gera rebuliço entre os caras. Porque mulher não sabe jogar vídeo-game. Assim com não sabe nada sobre esportes. Vocês já conhecem a ladainha.

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Tomb Raider: 20 anos de Lara Croft

Tomb Raider é minha franquia de jogos favorita. Desde o momento em que meu irmão trouxe para casa Tomb Raider Gold: The Lost Artifact e eu o assisti enquanto jogava em um pc antigo, há muitos anos, fiquei fascinada pela trama da jovem moça que explorava, escalava, saltava e enfrentava o perigo de frente. Quando meu irmão disse que era minha vez de jogar e tomei os controles de Lara Croft pela primeira vez, não teve volta: fui fisgada pra sempre e não há um título da franquia que seja lançado que eu não fique com vontade de jogar imediatamente.

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Para todos vocês: Life is Strange

Antes de mais nada, abra seu coração. Se você é acostumado a jogos com objetivos bem delineados, seja salvar uma cidade, encontrar um tesouro, matar bandidos ou fazer 9×2 contra o time do seu amigo, abra seu coração. Se você não joga vídeo games, abra seu coração. Abra seu coração porque Life is Strange chegou pra mudar a sua relação com o mundo dos games. E se você abriu seu coração, vem aqui com os pedacinhos dele. Vamos bater um papo. Continue Lendo

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Sexta-feira 13: O que fazer?

Qual é a primeira imagem que a combinação das palavras “sexta-feira” e “treze” faz surgir na sua cabeça? Na minha, é a da Maria Degolada. Tinha uns nove ou dez anos quando ouvi essa história pela primeira vez (ouvi muitas outras variações ao longo dos anos), e ela dizia que era preciso repetir o nome três vezes na frente do espelho do banheiro numa sexta-feira 13 para ver a pobre mulher. Desde lá, evito me encarar por muito tempo no espelho de qualquer banheiro em qualquer sexta-feira que dê o azar de cair num dia 13 – ainda que eu nunca tenha tido a coragem de repetir o nome três vezes em voz alta. Como diria o Michael Scott de The Office, não sou supersticiosa, mas sou um pouquinho sticiosa. Continue Lendo