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COLABORAÇÃO

COLABORAÇÃO GAMES

Troféu Valkirias de Melhores do Ano: Games

Se as coisas mudam, muitas continuam as mesmas. No começo desse ano, um pai precisou fazer um apelo à comunidade do jogo Overwatch – o nosso vencedor do ano passado -, para que sua filha de dez anos pudesse jogar sem sofrer assédios e xingamentos de outros jogadores. Há poucos dias, no decorrer da Comic Con Experience no Brasil, diversas mulheres cosplayers – muitas delas de games! – denunciaram o machismo que sofrem no meio geek. Ser mulher e gostar de games é ter que ainda trilhar difíceis caminhos só para admitir, em meio a jogadores masculinos, que ela também joga (ou mais!, produz os jogos). Contudo, para a surpresa de absolutamente ninguém, o número de mulheres gamers vem crescendo, e por essa razão convidamos a amiga Thais pra contar um pouco sobre seus jogos favoritos de 2017 – aqueles que valem a pena investir uma pequena – ou grande – parte das horas vagas! Afinal, chegamos naquela época de festividades e férias (ou pelo menos algum recesso) e algumas de nós só querem aproveitar o merecido descanso pegando o controle e/ou o mouse/teclado pra curtir um bom jogo. 

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COLABORAÇÃO TV

Malhação: viva a diferença e viva Cao Hamburguer

Garotas muito diferentes entre si que acabam virando amigas não é uma narrativa nova. A Irmandade das Calças Viajantes, Agora e Sempre, Maldosas, W.I.T.C.H., Vivendo e Aprendendo são apenas alguns exemplos. Mas dentro das 25 temporadas do seriado Malhação, exibido desde 1995 na Rede Globo, isso é algo completamente inédito. Em 22 anos, é a primeira vez que a série tem cinco protagonistas. Todas garotas, todas diferentes em suas vidas e seus passados — as cinco conectadas de repente pelo mesmo vagão do metrô.

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CINEMA COLABORAÇÃO

Assassinato no Expresso do Oriente: mais do que uma história de detetive

Se alguém se dispuser a fazer uma rápida pesquisa no Google à procura de imagens de Agatha Christie, possivelmente encontrará dificuldades para relacionar a senhora inglesa de aparência amigável – trajando terninhos e vestidos elegantes acompanhados por um clássico colar de pérolas e cabelos perfeitamente alinhados em um penteado de vovó – ao gênero literário pelo qual se consagrou: o romance policial. Crimes motivados por vingança, amor, ódio e interesses financeiros, muitas vezes ambientados em cenários idílicos de condados britânicos entre uma partida de golfe e a hora do chá, são figurinhas carimbadas em suas histórias, sejam elas protagonizadas pela perspicaz Miss Marple, os aventureiros e amadores Tommy e Tuppence, ou, claro, o pomposo Hercule Poirot.

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COLABORAÇÃO TV

Queen Sugar: desconstruindo estereótipos

É notório que a representação de pessoas negras no cinema e na TV norte-americana vem passando por mudanças gradativas. Se aos personagens negros homens se reservava a representação de forma marginalizada, imersos em ambientes de violência e vícios, como o alívio cômico contrastando com a imagem badass do protagonista, o homem sexualizado ou, ainda, aqueles que serviam como trampolim para o desenvolvimento e sucesso do mocinho branco; a poucos e lentos passos, a realidade tem mudado. Quando falamos sobre mulheres negras, no entanto, essa representação soa ainda mais injusta: muitas delas são as “mães guerreiras” que têm seus filhos envolvidos em crimes; mães negligentes – drogadas, em sua maioria; mulheres extremamente sexys que acabam, mais hora, menos hora, sendo abusadas.  Continue Lendo

COLABORAÇÃO TV

Stranger Things: desconstruindo estereótipos desconstruídos de gênero

Stranger Things 2 nos entregou o mesmo tipo de entretenimento aquece-coração que a primeira temporada, tendo como um de seus maiores méritos o louvável desenvolvimento de personagens ao longo dos novos nove capítulos lançados no fim de outubro pela Netflix. Além da idade do elenco principal, que agora adentra a pré-adolescência, outra coisa foi diferente nesta segunda rodada: a recepção veio acompanhada por uma certa polêmica.
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COLABORAÇÃO TV

Lena Waithe: mais uma voz para as mulheres negras na televisão

“Todos os dias, quando você passar pela sua porta, coloque sua capa imaginária, vá e conquiste o mundo — porque o mundo não seria tão bonito quanto é se nós não existíssemos nele”. O conselho foi de Lena Waithe para a comunidade LGBTQIA, a qual ela agradeceu em seu discurso após receber o Emmy de Melhor Roteiro em Comédia ao lado de Aziz Ansari por Master of None. A escritora e atriz foi a primeira mulher negra (e lésbica) a receber o prêmio.

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