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Valkirias

TV

13 Reasons Why: lado B

13 Reasons Why

O dia 7 de abril foi escolhido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para marcar o Dia Internacional da Saúde, definida pela própria organização como “um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença ou enfermidade”. A cada ano a OMS escolhe um tema central para a campanha, e em 2017 o tema escolhido foi depressão, abraçando como lema a frase “let’s talk” (vamos conversar).

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CINEMA COLABORAÇÃO

Waiting to Exhale: falar de amor entre negras é revolucionário

Quatro mulheres bem sucedidas, bonitas, amigas e que se encontram entre drinques e festinhas particulares para falar sobre relacionamento. Óbvio que essa descrição te lembrou Sex and The City — a série de televisão premiada, que posteriormente virou filme, é sem dúvidas um sucesso dos anos 90 e influenciou inúmeras mulheres; baseada num livro de Candace Bushnell, a série começou a ser transmitida em 1998 pela HBO. Confesso que li outro livro de Candace, no caso Os Diários de Carrie, na adolescência, entre um intervalo e outro do colégio. Bushnell tem aquela escrita que se encaixa bem em meio aos anseios daquela época. Posso dizer que Carrie é uma personagem que, mesmo adulta, se encaixa nos anseios e buscas de adolescentes. Sex and The City é livro mais conhecido da escritora e que deu nome e inspirou a série, lançado em 1996. Contudo, quatro anos antes, a escritora afro-americana Terry McMillan lançava seu terceiro romance chamado Waiting to Exhale, um livro que talvez poucos no Brasil conheçam, mas que ficou onze semanas na lista dos mais vendidos do The New York Times.

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COLABORAÇÃO GAMES

O feminismo das cavernas de Jean Auel e Chrono Trigger

Chrono Trigger

Chrono Trigger é um RPG lançado para o console Super Nintendo em 1995 e talvez até hoje considerado como um dos mais famosos e relevantes do gênero. Seu sucesso atemporal não é tão surpreendente ao analisarmos que dentro de sua equipe de produção contamos com nomes de grande influência como Hironobu Sakaguchi e Yuji Horii, criadores das renomadas séries Final Fantasy e Dragon Quest, respectivamente, além do designer de personagens Akira Toriyama, famoso por seu trabalho em Dragon Ball, fenômeno principalmente no seriado de animação, mas proveniente dos igualmente aclamados quadrinhos homônimos.

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TV

Call the Midwife além da fronteira: a luta e a esperança das mulheres da África do Sul

Call the Midwife

Desde que Call the Midwife se tornou um programa de prestígio na televisão britânica, garantindo uma audiência cada vez maior dentro do seu país de origem e do resto mundo, o enredo dos seus episódios tem se tornado cada vez mais preciso na hora de abordar questões culturais, sociais e históricas. Há muito a série deixou de ser um programa essencialmente sobre parteiras, mães e bebês – agora, trata primordialmente de uma visão delicada sobre as características humanas de todas as pessoas, celebrando a diversidade que existe no mundo e tratando-a com a naturalidade que deveria ser comum; isto é, se seguirmos o que pregamos e enxergarmos o coração das pessoas antes do seu físico e respeitarmos toda a sua história.

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CINEMA COLABORAÇÃO

Crítica: Docinho da América

“Então você é uma garota do Sul. Um verdadeiro Docinho da América, como eu.”

Uma garota, com uns 18 anos, de dreads e várias tatuagens, está catando comida do lixo em frente a uma loja de conveniência junto de duas crianças. De repente, ela vê um grupo de jovens barulhentos entrando na loja, eles chamam a sua atenção. Ela também entra, junto com as crianças, e observa aqueles jovens fazendo bagunça, derrubando produtos, dançando em cima do caixa, não estando nem aí para os olhares reprovadores dos demais clientes. Um deles a atrai, mas eles são expulsos da loja. Ela vai atrás deles, o jovem que a atraiu a está esperando. Ele pergunta se ela quer rodar os EUA trabalhando como vendedora de revistas. Ela aceita.

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CINEMA

Crítica: A Bela e a Fera – quando sentimentos são os únicos fatos

Para uma criança que cresceu assistindo aos desenhos da Disney, é sempre um momento especial quando o símbolo do castelo da Cinderela aparece na tela do cinema acompanhado da música tema do estúdio. “O coração tropeça, quase para”, a gente perde o fôlego. É sempre um momento especial ver em live-action um filme que é tão querido, que a gente perdeu as contas de quantas vezes assistiu na infância (e continua assistindo, pois óbvio). Aconteceu com a versão live-action de Cinderela, com todas suas cores e danças, e aconteceu novamente agora, com A Bela e a Fera — com o adendo de que o castelo mágico que abre o filme, dessa vez, é justamente o de Bela.

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