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Valkirias

TV

Cat Grant: a verdadeira garota de aço

As duas pessoas mais poderosas de National City são mulheres. Uma delas é Kara Danvers (Melissa Benoist), também conhecida como Supergirl, jornalista determinada e de sorriso adorável, que nas horas vagas combate o crime com seus super poderes e impede que invasores de outros planejas destruam a Terra. A outra é ninguém menos que Cat Grant (Calista Flockhart), também jornalista e fundadora da CatCo Worldwide Media, conglomerado midiático fundamental no universo da série em que ambas estão inseridas; uma mulher destemida e feroz, e uma implacável chutadora de bundas metafóricas – a mais incrível que você respeita.

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TV

Rock Story: uma novela moderninha, mas nem tanto

Com narrativa consistente e interessante durante todos os seus 179 capítulos, Rock Story terminou sua jornada no início da semana como uma das melhores novelas das 19h dos últimos tempos. Arcos de narrativa bem fechados, contados em ritmo próprio e diferente do que estamos acostumados, contribuíram para que a novela prendesse a atenção dos telespectadores. O formato parece pronto para exportação e a narrativa gostosa de acompanhar faz com que poucos duvidem da capacidade da novela fazer sucesso em terras estrangeiras, como já o caso de outros produtos da Globo, como Verdades Secretas e Avenida Brasil.

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CINEMA

Crítica: Mulher-Maravilha, o filme que estávamos esperando

Mulher Maravilha

Nascidas e criadas em uma era de modelos de feminilidade construídos com base em princesas indefesas e super-heróis fortes e másculos, nós tivemos que buscar nossos modelos onde estavam disponíveis. Desenhos animados como Sailor Moon, Sakura Card Captors e Três Espiãs Demais, por exemplo, nos ajudaram a moldar quem queríamos ser: fortes, chutadoras de bundas, aquelas que salvam o mundo e não as que sentam e esperam ser salvas. Porém, entre todos esses modelos, um sempre brilhou mais forte: Diana Prince, a Mulher-Maravilha.

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COLABORAÇÃO MÚSICA

Places, everyone! – Lea Michele e a importância de enxergar o próprio valor

“My whole life I’ve been looking to be part of something special, to be special, but the truth is that I am special” [Por toda a minha vida procurei ser parte de algo especial, ser especial, mas a verdade é que eu sou especial]. Para quem assiste Rachel Berry dizer esta frase em Glee, pode parecer difícil acreditar que aquela jovem de voz impecável, sorriso encantador e enorme beleza em algum momento não tenha se sentido especial. Na trama, Rachel, uma diva adolescente aspirante à estrela da Broadway, faz parte da turma de outcasts que encontra na oportunidade de integrar os New Directions um degrau em sua subida rumo ao sucesso. Logo no primeiro episódio, a personagem se apresenta dizendo ser uma grande fã de estrelas douradas como uma metáfora para seu próprio sucesso. E, logo em seguida, leva um banho de raspadinha no rosto.

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TV

A força das mulheres em Las Chicas del Cable

A série espanhola Las Chicas Del Cable mostra um grupo de mulheres tentando sobreviver em um mundo machista, na década de 1920. Nos primeiro momentos do episódio-piloto já fica claro que a vida não era muito fácil na época, as mulheres eram vistas como esposas e mães e a liberdade era uma meta inatingível. Vemos duas mulheres preparadas para dar uma guinada em suas vidas, mas são impedidas quando um homem que não supera o fim do relacionamento decide pôr um ponto-final na ilusão de liberdade da ex-companheira.

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CINEMA COLABORAÇÃO

Maternidade: não precisamos ser perfeitas

“Desde que eu tive filhos, estou sempre atrasada”. É assim que Amy Mitchell (Mila Kunis) se apresenta no início do filme Perfeita é a Mãe (2016). E ela não está totalmente errada. Estar atrasada vira uma característica bem presente quando nos tornamos mães. Pra mim virou, pelo menos. O bebê suja a fralda quando estamos prontas para sair, vomita na sua roupa, dorme, chora. São muitas variáveis que influenciam a logística. Os bebês não estão nem aí para horários e padrões ou convenções sociais, eis aqui uma verdade. Depois que eles crescem, essa realidade não diminui, porque são muitas demandas e muitos pratos para conseguir manter girando no ar; como é o caso da protagonista, que faz tudo sozinha e, obviamente, está sempre correndo de um lado para o outro naquele ritmo frenético de quem precisa dar conta de tudo o tempo inteiro.

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