Posts de:

Tany

MÚSICA

Mariah, J. Lo, Christina e Britney: em defesa das divas pop “preguiçosas”

Divas pop

“Não leia os comentários” é uma das regras mais conhecidas na internet. Já faz algum tempo que a maioria dos sites optou por desabilitar os comentários ou seus usuários decidiram parar de lê-los. Os poucos sites voltados à cultura pop que têm seus comentários liberados veem suas caixas tomadas por discussões, principalmente em relação às divas pop. Esse termo é usado na internet para falar de cantoras, geralmente novas, muito famosas que cantam, basicamente, pop, e que têm um grande número de fãs – que costumam ser bastante protetores com suas preferidas. Tão protetores que sentem necessidade de proteger a artista que tanto amam de diversas formas, inclusive rebaixando suas possíveis concorrentes. Entre os possíveis xingamentos usados para inferiorizar as outras, estão: flopada, sem talento e preguiçosa.

Continue Lendo

TV

Skam e a representação da amizade entre garotas

Existem séries e séries. Entre tantos programas de televisão sendo lançados e muita coisa sendo consumida, poucas séries realmente se destacam e tocam nosso coração um pouco mais que o normal. Algumas histórias fazem você simplesmente gostar de (quase) todos os personagens e se importar com cada um deles para saber o que vai acontecer nos episódios; pensar e discutir sobre isso ao mesmo tempo que compartilha tal descoberta com todo mundo. Foi assim que Skam virou uma febre mundial em menos de dois anos.

Continue Lendo

CINEMA

Crítica: A Criada

Quando você descobre que gosta de meninas ou que sente atração pelo mesmo sexo, também é bastante comum que se comece a pesquisar filmes, séries, livros e tudo que possa existir sobre relacionamentos amorosos entre duas mulheres. Atualmente nós contamos com algumas formas de representação de casais lésbicos – não o suficiente, mas ao menos existem – coisa que há alguns anos atrás seria muito mais difícil de imaginar ou encontrar. Nunca Fui Santa, Meninos Não Choram e Imagine Eu e Você são alguns dos filmes mais conhecidos sobre relações entre duas mulheres, mas quase todos acabam da mesma forma: sem um final feliz. Pulando para os dias atuais, continuamos com o mesmo problema: Azul É a Cor Mais Quente, filme lésbico mais conhecido da atualidade, ainda repete esse padrão. Mulheres que amam mulheres no cinema (e na TV!) estavam quase sempre fadadas a serem infelizes, morrer, ou continuar, voltar ou conviver com um parceiro homem — até A Criada. Continue Lendo