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Júlia Medina

CINEMA

Crítica: Valerian e a Cidade dos Mil Planetas

O cinema sempre navegou entre ser imagem ou ser narrativa. Alguns podem dizer que imagens também contam histórias enquanto outros dizem que a história não é o mais importante para o filme. Mas ainda não existe um consenso; é sempre uma questão. Sob outra perspectiva, para as adaptações cinematográficas de obras literárias, por serem adaptações, na maioria da vezes dá-se a preferência para as histórias. E são exatamente as histórias os maiores alvos de críticas e reclamações desse tipo de filme.

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LITERATURA

A Fera: uma história sobre adolescentes e empatia

Jamie e Dylan são dois adolescentes que se conhecem num grupo de apoio terapêutico para adolescentes com tendências suicidas, mas que não necessariamente se encaixam lá. Ou talvez o grupo de terapia seja o lugar ideal para os dois, mas isso não é o importante no momento. O ponto principal é que Jamie e Dylan se encontraram e encontraram no outro um lugar seguro.

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TV

A cruel representação das mães na cultura pop

Quando penso em personagens que são mães na cultura pop sempre me lembro primeiramente de duas: Lorelai Gilmore (Lauren Graham), de Gilmore Girls e Lily Aldrin (Alyson Hannigan), de How I Met Your Mother. As duas são mulheres muito diferentes, talvez até a única coisa que as conecte seja o gênero e a maternidade. Para mim, que sempre lembro delas quando penso em mães na cultura pop, as duas também ocupam lugares diferentes na categoria de personagens que também são mães.

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CINEMA

Crítica: A Vigilante do Amanhã – Ghost in the Shell

Quando soube que veria e escreveria sobre A Vigilante do Amanhã, resolvi me preparar e estudar, pois sabia que teria que lidar com tópicos complexos de discussão, como apagamento de cultura, whitewashing e representatividade. São temas difíceis e que precisam ser abordados com cuidado e responsabilidade. Antes de ver o filme, acompanhei de longe essa discussão. Muito já se falou sobre a escalação de Scarlett Johansson para o papel da Major – personagem originária do mangá japonês Ghost in the Shell, adaptado para o filme de Hollywood –, e é preciso falar ainda mais.

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CINEMA

A Bela e a Fera: quando a redenção não é possível

A versão live-action de A Bela e a Fera é muito parecida com a animação, o que já era possível observar nos trailers. Acompanhei muita gente falando mal disso, mas não achei nenhum grande problema. Aliás, a semelhança foi o elemento mais explorado na divulgação do filme;  todas as cenas liberadas, falas e músicas eram quase – se não totalmente – iguais às da animação. A semelhança não incomoda (pelo menos não aos fãs da história como eu) porque o filme conta uma boa história, e boas histórias valem sempre a pena serem contadas. Contudo, a nova versão apresenta algumas diferenças que, apesar de serem sutis, conseguem diferenciar o filme da animação.

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