Arquivo Mensal

julho 2016

CINEMA

Branca de Neve: representatividade dos personagens no mundo real

A Disney foi uma produtora muito presente em diferentes gerações e é ela a responsável por trazer mais próximo o fantástico da realidade. Por isso, o grande número de releituras criadas por ela mesma mostra o quão importante é a adaptação do que a sociedade consome. O papel do mocinho e da princesa vem mudando, junto dos vilões que se tornaram mais complexos e importantes.

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TV

Crítica: Orange is the New Black

Algumas coisas nunca mudam, e se esses últimos quatro anos servem de alguma prova é que é impossível negar que Orange is the New Black é muito mais do que apenas hype. A quarta temporada da série estreou na Netflix no último dia 17 de junho, e, por óbvio, a internet implodiu, os fóruns seriadores também, e nós, aqui do Valkirias, não poderíamos deixar a ocasião passar sem nota.

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CINEMA

Grigg Harris e O Clube de Leitura de Jane Austen

Desde o dia em que eu abri meu primeiro romance de Jane Austen (Mansfield Park, se for de sua curiosidade) meu envolvimento com o trabalho dela se tornou um caminho sem volta. Tornei-me janeite e estudiosa de Austen, e junto com suas próprias obras, passei a procurar obras inspiradas pelas dela ou que tomam suas tramas como temática para o desenvolvimento de uma história contemporânea. Foi assim que cheguei a O Clube de Leitura de Jane Austen (2007), um longa-metragem escrito e dirigido por Robin Swicord, baseado no romance homônimo de Karen Joy Fowler, The Jane Austen Book Club, ainda sem tradução no Brasil. E, consequemente, conheci Grigg Harris (interpretado por Hugh Dancy).

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TV

Kimmy Schmidt no sofá de Freud (ou de Tina Fey)

A série Unbreakable Kimmy Schmidt, da Netflix, estreou no ano passado e encantou o público com seu humor nonsense, no melhor estilo Saturday Night Live, e criando memes maravilhosos, como o famoso Pinot Noir de Titus Andromedon. A história, que conta a vida de Kimmy (Ellie Kemper), uma garota que passou 15 anos em cativeiro após ter sido capturada por um missionário maluco, abordou o assunto com muita graça e humor mórbido, colocando-a como a queridinha dos fãs de séries.

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LITERATURA

Guerrilla Girls: Bitches, Bimbos and Ballbreakers

Eu conheci o trabalho das Guerrilla Girls por acidente. Pesquisando para uma matéria, encontrei o pôster de uma campanha delas sobre a falta de mulheres nas exposições do Met. Em tradução livre, o campanha pergunta: “As mulheres precisam estar nuas para entrar no Met?” e denuncia  disparidade de gênero dos artistas, comparando com o números de figuras nuas na arte: a maior partes destas era de mulheres.

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TV

A visão empoderadora e representativa de Shonda Rhimes

Muito se discute sobre a falta de representatividade no mundo cinematográfico. Protagonistas predominantemente brancos, personagens negros com um estereótipo pré-definido, como um escravo ou empregado, mulheres submissas e uma quase ausência da comunidade LGBT.  Embora tenhamos algumas séries como Sense 8 e Orange is The New Black, que produzem um conteúdo direcionado à essas minorias, foi Shonda Rhimes a pioneira na quebra de estereótipos com uma brilhante visão de representatividade.

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